Social exclusion: practice and fear of exile (degredo) in Portuguese history

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Social exclusion: practice and fear of exile (degredo) in Portuguese history

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dc.contributor.author Coates, Timothy
dc.contributor.editor Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
dc.date.accessioned 2009-01-27T17:16:25Z
dc.date.available 2009-01-27T17:16:25Z
dc.date.issued 2005
dc.identifier.issn 1646-3749
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/10437/432
dc.description Revista Lusófona de Ciências Sociais
dc.description.abstract Vejo a sociedade portuguesa como sendo naturalmente inclusiva. Quero dizer que esta parece ser uma tendência mais forte do que, por exemplo, no meu país, nos Estados Unidos da América. Isto poderá explicar porque o degredo era eficaz e era muito temido. Dá para entender também os longos períodos de degredo em substituição de pena capital em Portugal. Segundo as estimativas do autor, pelo menos 50,000 portugueses foram deslocados para dentro e fora de Portugal continental entre 1550-1755. O número era muito significativo na segunda metade do século XVIII. O número dos degredados foi ainda maior no século XIX. por
dc.format application/pdf
dc.format.extent 93693 bytes
dc.format.mimetype application/pdf
dc.language.iso eng
dc.publisher Edições Universitárias Lusófonas
dc.rights openAccess
dc.subject HISTÓRIA DE PORTUGAL POR
dc.subject EXÍLIO POR
dc.subject HISTORY OF PORTUGAL en
dc.subject EXCLUSÃO SOCIAL en
dc.subject SOCIAL EXCLUSION en
dc.subject EXILE en
dc.title Social exclusion: practice and fear of exile (degredo) in Portuguese history eng
dc.type article


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