Indisciplina no ensino superior: perceção dos professores sobre comportamentos indisciplinados na sala de aula

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Indisciplina no ensino superior: perceção dos professores sobre comportamentos indisciplinados na sala de aula

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Título: Indisciplina no ensino superior: perceção dos professores sobre comportamentos indisciplinados na sala de aula
Autor: Lopes, Carla Sofia Monteiro
Resumo: A indisciplina no ensino superior em Portugal é uma realidade para a qual escasseiam estudos científicos. Baseado na perceção dos professores sobre indisciplina no ensino superior e utilizando uma perspetiva de investigação quantitativa, o presente estudo visa contribuir para o conhecimento e contextualização desta realidade no nosso país. São assim objetivos do estudo: (1) Explorar a perceção dos professores do ensino superior sobre a indisciplina em sala de aula, (2) Compreender como se manifesta a indisciplina nas salas de aula deste nível de ensino, nomeadamente no que se refere à frequência e tipo dos comportamentos indisciplinados, e (3) Estudar o impacto das variáveis sexo, experiência letiva e tipo de estabelecimento de ensino (politécnico versus universitário) na perceção dos comportamentos indisciplinados. Foi aplicada uma escala de avaliação da perceção de frequência dos comportamentos de indisciplina a uma amostra de 484 docentes do ensino superior a lecionar em diferentes instituições do território nacional. Os resultados apontam para a perceção de uma elevada prevalência de comportamentos de «baixa intensidade», tais como “Chegar atrasado à aula ou sair mais cedo”, “Conversar com os colegas sobre assuntos não relacionados com a aula” e “Usar o computador para tarefas não relacionadas com a aula”. Globalmente, as variáveis sexo, experiência letiva e tipo de estabelecimento de ensino não predizem a perceção de indisciplina, com exceção de um impacto marginalmente significativo do sexo e experiência letiva na perceção das conversas dos alunos sobre assuntos não relacionados com a aula.Incivility/disruptive student behaviors in Portuguese Higher Education is a reality for which scientific studies are scarce. Based on teachers perceptions about misbehavior in higher education, and using a quantitative research approach, this study aimed to contribute for the knowledge in the field. The aims of this study were: (1) to explore the perception of university teachers about misbehavior in the classroom, (2) to understand the nature of classroom misbehavior in this level of education, particularly with regard to the frequency and type of disruptive behavior, and (3) to study the impact of gender, teaching experience, and type of educational establishment (polytechnic versus university) in teachers perceptions of disruptive behaviors. It was used an assessing scale to measure the perception of frequency of disruptive behaviors, in a sample of 484 university teachers of several Institutions of Portugal. The results point to the perception of a high prevalence of "low intensity" behaviors, such as "to arrive late to class or leave early", "to talk with colleagues about topics unrelated to the lesson" and "to use the computer for tasks unrelated to the lesson”. Globally, the variables sex, teaching experience, and type of educational establishment do not predict the perception of indiscipline, except for a marginally impact of teaching experience and gender in the perception of conversations of the students on topics unrelated to the lesson.
Descrição: Orientação: Célia Oliveira; co-orientação: João Lopes
URI: http://hdl.handle.net/10437/7286
Data: 2014


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