Arquitectura saudável
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Título:
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Arquitectura saudável |
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Autor:
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Espinha, Mário Liberto Arez da Silva Barradas
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Resumo:
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Após concluída a licenciatura em estudos
gerais em arquitectura, propus-me a estágio em
mestrado integrado num atelier em Odiáxere
pertencente ao arquitecto Vítor Vilhena da
Costa, licenciado pela Universidade Lusíada de
Lisboa em 1997, fazendo parte da Ordem dos
Arquitectos com o número 7197/s. O atelier é
constituído por dois arquitectos, um desenhador,
uma administrativa e uma arquitecta estagiária.
O estágio resulta num projecto de um
edifício de residências assistidas em saúde.
O desafio inicial passa pelo estudo
aprofundado dos utentes que irão recorrer a este
tipo de edifício. Procurar os motivos de
necessidade bem como os aspectos que têm em
comum; assim como as suas necessidades físicas
e psicológicas. Pretende-se assim compreender a
sociedade em que vivem essas pessoas, como
poderá este tipo de conceito ir ao encontro das
necessidades da população idosa. Um edifício
com um conceito recente necessita de um
programa bem definido.
De seguida foi feito um estudo para ser
compreendido a morfologia do terreno alvo; e
também foi recolhida informação referente às
suas condicionantes físicas e visuais.
Tratando-se de um edifício de utilização
permanente foi concebido uma apurada
sintetização de uma tipologia habitacional, com
todos os requisitos que necessita no âmbito de
saúde.
Este conceito de residências assistidas é
constituído por todo um conjunto de oferta de
produtos ou seja, os seus utentes terão
acompanhamento diário ao nível físico e
psicológico e derivando de tais necessidades o
edifício terá áreas de consultas diárias, salas de
massagens e ginásios e também farmácia
permanente. Um edifício a esta escala tem uma
zona de atendimento e administração, assim como salas de pessoal; e por outro lado zonas de
apoio como cozinha, refeitório e lavandaria.
Propõe-se assim com a execução deste
conceito novo de edifício satisfazer o público que
o procura; satisfação no campo físico e também
psicológico.
Pretende-se que seja um edifício racionalista
sempre ao nível das necessidades diárias dos seus
utentes, e onde os seus funcionários consigam fluir
na execução das suas tarefas. |
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Descrição:
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Orientação: Guilherme Manuel Torres Leotte
Quintino |
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URI:
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http://hdl.handle.net/10437/9246
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Data:
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2011 |
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