Percorrer por autor "Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient."
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Item Adaptação da Escala de Qualidade de Vida e Felicidade para idosos não institucionalizados(2015) Casimiro, Aida Maria Pereira; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.O envelhecimento é um processo complexo e dinâmico que ocorre a nível biológico, psicológico e social. O envelhecimento acontece em todas as dimensões do sujeito e são alterações que provocam modificações em todos os outros aspetos da vida. O objetivo desta dissertação é a Adaptação da Escala de Qualidade de Vida e Felicidade para Idosos Não Institucionalizados. Foi utilizado um questionário de dados sociodemográficos, a Escala de Qualidade de Vida e Felicidade para Idosos Não Institucionalizados, adaptada a partir da Escala de Qualidade de Vida para Utentes de Lar de Idosos (EQVULI) de Póvoa e Martín (2010) e a Escala de Felicidade Subjetiva (EFS) aferida para a população Portuguesa por Pais-Ribeiro (2012). Participaram neste estudo 102 indivíduos com idades compreendidas entre os 65 e 92 anos (M = 75.12; DP = 7.44). Os resultados sugerem que a versão final da escala apresenta propriedades psicométricas que permitem o seu uso.Item Aliança terapêutica e personalidade(2014) Falcão, Maria Joana de Almeida Santos Botelho; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.No presente estudo exploratório, pretendeu-se uma melhor compreensão da relação que a aliança terapêutica pode estabelecer com a personalidade do cliente, ou seja, em que medida a personalidade do cliente, além de outros fatores, influencia a aliança criada entre este e o psicoterapeuta. A amostra foi constituída por 30 participantes, de ambos os sexos, que frequentem ou tenham frequentado psicoterapia. Foi pedido o preenchimento de um questionário socio-demográfico e dos inventários Working Alliance Inventory (WAI-S; Tracey & Kokotovic, 1989), para avaliar a aliança terapêutica e do Big Five Inventory (BFI: Benet-Martinez & John, 1998), para avaliar os traços de personalidade. Os resultados mostraram que a aliança terapêutica: é influenciada pela idade do cliente, sendo que os clientes com idades inferior a 25 anos e superiores a 45 tendem a apresentar melhores resultados; fica fortalecida com o aumento das sessões; que clientes do sexo masculino estabelecem alianças mais fortes com terapeutas do sexo masculino verificando-se o mesmo com as mulheres e assim, clientes do sexo feminino estabelecem alianças mais fortes com terapeutas do sexo feminino; e por fim, que a personalidade do cliente é um fator determinante no tipo de aliança formado com o terapeuta.Item Autoeficácia, depressão e satisfação em militares do Exército Português(2014) Peres, Cândido Encarnação; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.Foi objetivo estabelecer um modelo explicativo da autoeficácia em militares que desempenham a sua missão em território insular. Foi recolhida uma amostra de 276 militares pertencentes ao exército Português da Zona Militar dos Açores, colocados no ativo, 83.3% homens e 16.7% mulheres e com idades compreendidas entre os 18 e os 34 anos. Foram utilizados como medidas de avaliação questionário sociodemográfico, a escala de autoeficácia de Ribeiro (n.d.), a Escala de Depressão da EADS-21 (Ribeiro, Honrado & Leal, 2004) e a Escala de satisfação com suporte social (Ribeiro, 1995). Os resultados mostraram que as mulheres apresentam mais satisfação com os amigos e com a intimidade, menos satisfação com a família e menos depressão; que os militares mais novos, casados e com maior escolaridade apresentam maior satisfação com o suporte social; que os militares com mais sintomatologia depressiva apresentam menor autoeficácia e menor satisfação com o suporte social; e que os militares com maior satisfação com o suporte social apresentam maior autoeficácia. Conclui-se que seja possível que o meio militar tenha particularidades que influenciem a satisfação com o suporte social e que parece possível prever a autoeficácia através da depressão, satisfação com a intimidade, satisfação com os amigos, sexo e distanciamento da família.Item Avaliação da estrutura fatorial do NPI 40(2015) Pereira, Mariana Matos; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.Pretendemos com este estudo analisar e avaliar a estrutura fatorial do NPI – 40, Narcissistic Personality Inventory, uma vez que vários estudos na literatura apontam discrepâncias propondo diferentes números de fatores para este instrumento. Participaram neste trabalho 200 indivíduos de ambos os sexos, com idades entre os 18 e os 55 anos (M=34.78, DP=8.99).que preencheram um protocolo que incluiu um questionário de dados sociodemográficos o Inventário de Personalidade Narcísica (NPI – 40, Raskin & Hall, 1979) e o BFI - Escala de Dimensões da Personalidade (John, O. P., & Srivastava, S. 1999).O NPI é um questionário de autorrelato, que avalia o narcisismo como uma característica da personalidade. Foram efetuadas análises fatoriais exploratórias aos 40 itens do NPI, pelo método dos componentes principais, tendo sido testadas especificamente soluções com dois, três e quatro componentes, para deste modo se poder avaliar a estrutura fatorial resultante, no sentido de ser feita a sua comparação, tendo a escolha recaido na solução de três fatores.Item Comportamento sexual, atitudes face à sexualidade e ao uso do preservativo dos jovens universitários(2015) Timóteo, Adriana Bonfim dos Santos; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.Neste trabalho, pretendemos investigar os conhecimentos, comportamentos e atitudes face à sexualidade e uso do preservativo dos estudantes universitários. Participaram no estudo 145 indivíduos de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 41 anos distribuídos de forma equivalente entre os dois sexos, sendo 67 do sexo masculino e 78 do sexo feminino, com uma média de idade de 23.33 anos (DP=3.72), na Universidade Lusófona de Ciências e Humanidades, situado no Campo Grande em Lisboa. Para o inquérito foi construído um protocolo formado por três instrumentos, um questionário sociodemográfico e da Historia Sexual, Escala Multidimensional de Atitudes em Relação à Utilização do Preservativo e a Escala de Atitudes Sexuais. Os resultados indicaram diferenças estatisticamente significativas entre os sexos relativamente ao prazer sexual associado ao uso do preservativo, assim como ao embaraço na compra e na negociação. Já os homens evidenciam uma atitude mais negativa na fiabilidade, eficácia e prazer sexual atribuído ao preservativo, enquanto as mulheres consideram que pode-se tirar partido da utilização do preservativo.Item Consequências psicológicas do desemprego(2014) Nogueira, Joana Maria Faria de Vasconcelos Neto; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.O presente estudo tem como principal objectivo perceber de que forma o desemprego afecta psicologicamente as pessoas, qual o impacto que tem na vida de cada um, na relação consigo próprio e com o outro. A população utilizada neste estudo foram 263 desempregados, com idades compreendidas entre os 18 e os 58 anos, esta amostra foi recolhida de forma aleatória. Para a elaboração deste estudo foram relacionadas as seguintes variáveis: Ansiedade e Depressão; Desesperança; Satisfação com a vida; Auto-estima e Suporte Social, através da utilização da seguinte bateria de avaliação: HADS – Snaith &Zigmond, 1983;BHS – Beck 1974; SWLS – Diener et al 1985; RSES – Rosenberg 1965; SSQ6 – Sarason et et al. 1983. Os resultados evidenciam que indivíduos desempregados há mais tempo apresentam valores mais elevados de deseperança, ansiedade e depressão assim como valores inferiores de satisfação com a vida. De acordo com os resultados podemos também afirmar que há uma relação significativa entre o Suporte Social e a Satisfação com a Vida.Item Do sofrimento à felicidade: da psicanálise à psicologia positiva(2013) Geada, Rossana Maria Appolloni; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.Depois da psicanálise ter iniciado o método terapêutico designado de cura pela fala, a psicoterapia humanista-existencial veio descentrar o domínio do patológico para uma abordagem centrada no desenvolvimento das potencialidades humanas, na responsabilidade individual e na procura de um sentido para a vida como fatores da condição existencial. Ao deslocar a focalização da doença para a autorrealização da pessoa, do sofrimento para a hipótese de felicidade, valorizando o aqui e agora, os sucessivos modelos de psicoterapia, cada um com especificidades próprias, incluindo a teoria racional emotiva e a teoria cognitiva-comportamental, abriram novos horizontes ao entendimento dos meios de acompanhamento psicológico e à capacidade de autonomia e autodeterminação do ser humano. Analisamos as roturas teóricas operadas ao longo do Séc. XX na área das psicoterapias a partir de quatro paradigmas: o psicodinâmico baseado na psicanálise freudiana; o humanista-existencial, baseado no movimento do potencial humano, na abordagem centrada na pessoa, na psicoterapia existencial, na psicossíntese e na logoterapia; o cognitivo, baseado na psicoterapia racional emotiva comportamental e na teoria cognitiva; e, finalmente, as propostas atuais da psicologia positiva, que procura criar um espaço próprio de investigação científica a partir da articulação das teses provenientes do cognitivismo, do humanismo-existencial e da psicologia moral.Item Escala da personalidade tipo D : validação para a população portuguesa(2015) Rocha, Ana Rita Henriques Freitas Nunes; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.A escala de autoavaliação da Personalidade tipo D está validada para a Língua Inglesa. A escala de Personalidade tipo D é utilizada para caracterizar este tipo de Personalidade, através das suas duas dimensões – Afetividade Negativa (AN) e Inibição social (IS). Analisámos as propriedades métricas da versão portuguesa da Escala de personalidade tipo D. Incluímos 313 estudantes universitários, “participantes saudáveis”. Estudámos o nível de fidelidade suportado pelo Alpha () de Cronbach e com o método Split-half, e a validade de constructo através da análise dos componentes principais com rotação de Varimax. Na sua versão Portuguesa, a Escala de Personalidade Tipo D é um instrumento válido para avaliar esta personalidade em indivíduos portugueses.Item Estudo da relação entre a adesão ao papel de género e os componentes das atitudes perante a homossexualidade(2015) Batista Júnior, Delso de Cássio; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.Este estudo tem como objetivo analisar as relações dos componentes cognitivos, afetivos e comportamentais das atitudes perante a homossexualidade e as influências da adesão ao papel de género nestas relações. Desta maneira, o estudo baseia-se em perspetivas filosóficas, psicológicas, biológicas, genéticas e socioculturais relativamente género, a sexualidade, orientação sexual implicadas pela religião, moral e ciência nos últimos seculos. A amostra foi constituída por 194 sujeitos adultos, entre os 18 e 65 anos, sendo que 85 são do género masculino e 109 do género feminino, com uma média de 30.17 anos (DP=9.464). No intuito de investigar as variáveis das atitudes perante a homossexualidade e a adesão ao papel de género foi aplicado um questionário composto por uma avaliação sociodemográfica e as medidas Escala de Orientação Sexual Kinsey, Escala de Estilo Religioso, Questionário de Opiniões sobre Homossexualidade, Hypergender Ideology Scale, Atittudes Toward Lesbian and Gay Men, e, Affective Reaction to Homossexuality Scale. Os resultados sugerem diferenças significativas entre homens e mulheres relativamente as atitudes perante a homossexualidade, bem como a o processo de aderência ao papel de género, diferenças estas, que também foram encontradas relativamente a variável orientação sexual e religião. Conclui-se que a medida que as tendências a aderência ao papel de género elevam-se, mais negativas são as atitudes perante a homossexualidade.Item Estudo da relação entre padrões de vinculação, compulsão sexual e vergonha sexual(2016) Santos, Joana Filipa Narciso; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.O objetivo fulcral desta investigação consistiu em estudar e compreender a possível relação entre a Vinculação e a Compulsão Sexual, a Vergonha Sexual e as Atitudes Perante a Sexualidade, sendo ainda analisadas as possíveis ligações entre estas variáveis e os dados sociodemográficos dos participantes. A amostra deste estudo foi recolhida de forma aleatória e foi constituída por 173 participantes adultos (130 do género feminino e 43 do género masculino). Para avaliar as relações existentes entre as dimensões mencionadas, foram utilizadas cinco escalas avaliativas – sendo que duas pretendiam avaliar o padrão de vinculação do participante e as restantes três se encontravam relacionadas com a sexualidade – e elaborado um questionário sociodemográfico. Os resultados obtidos apontam para uma relação positiva entre o padrão de Vinculação Seguro e a Compulsão Sexual e a Vergonha Sexual, existindo ainda uma maior predisposição dos sujeitos do género masculino para a Compulsão Sexual. Foi ainda denotado que a atitudes negativas estão associados valores mais elevados de Compulsão Sexual e Vergonha Sexual.Item A experiência do luto e a vinculação(2015) Florêncio, Soraia Catarina Paulo; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.Este estudo tem como objetivo verificar a relação entre a qualidade da vinculação e o luto mediante as perspetivas acerca da morte. O estudo recai sobre a vivência do luto procurando relacionar esta com as vinculação e com as perspetivas sobre a morte. A amostra foi constituída por 112 participantes adultos enlutados sendo que 20 são do género masculino e 92 são do género feminino com uma média de idades de 34.70 anos (DP=11.246). Para avaliar as variáveis vinculação, luto e perspetivas acerca da morte foi aplicado um questionário sociodemográfico onde constaram as medidas Escala de Vinculação do Adulto, Prolonged Grief Disorder – 13 e Escalas Breves sobre Diversas Perspetivas da Morte. Os resultados sugerem que tanto os homens como as mulheres têm uma visão da morte como um fim natural, sendo esta aceite por ambos pois ninguém escapará dela. Conclui-se ainda que à medida que a ansiedade aumenta, a dor emocional aumenta também. Por outro lado também foi sugerido pelos resultados que quanto maior é o conforto e a confiança menor é a dormência emocional e a dor emocional.Item Fatores preditores da procura de sensações sexuais(2016) Ricardo, Diogo Luís Gomes; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.Esta dissertação tem como objetivo efetuar uma análise estatística para encontrar as variáveis que melhor prevêm o nível de Procura de Sensações Sexuais. Para esta análise foram utilizadas as variáveis, Agressividade, o Desejo Sexual, a Ansiedade Sexual e a Opinião perante a Sexualidade. Assim, utilizando uma amostra com 244 participantes com diferentes faixas etárias e orientações sexuais, chegou-se à conclusão que no que se refere à Procurar Sensações Sexuais, as Opiniões em relação à Sexualidade (positivamente) e a Ansiedade sexual (negativamente) predizem e correlacionam-se fortemente com a Procura de Sensações Sexuais. Noutras análises é possível verificar que sujeitos com orientações sexuais mais homofílicas deixam a opinião social em relação à sua sexualidade, afetar o seu comportamente sexual. Entre sexos apenas se verifica uma diferença estatisticamente significativa para a Busca de Experiências.Item Impacto do desemprego na saúde mental(2015) Santos, Maria dos Remédios Pereira Fernandes; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.Neste trabalho foram analisadas as consequências psicológicas da situação de desemprego. Foram comparados dois grupos de 152 participantes cada, em que um estava empregado e outro desempregado. Os resultados mostraram diferenças acentuadas entre os grupos, com os participantes desempregados a evidenciarem níveis muito superiores de depressão, desesperança e ideação suicida, e índices significativamente inferiores de autoestima e satisfação com a vida. A idade e o tempo de desemprego foram outras variáveis que mostraram efeitos significativos. No final do trabalho avaliou-se a importância relativa de cada um destes fatores no desencadear da ideação suicida no grupo de desempregados.Item Influência das provisões sociais e da facilitação trabalho/família no stresse de trabalhadores do ensino superior(2016) Medinas, Edite de Jesus Bento Vieira ; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.O principal objetivo desta investigação foi compreender o modo como através das relações sociais e da facilitação/enriquecimento do trabalho na família se desenvolvem recursos que os indivíduos necessitam quando se defrontam com situações de stresse. A amostra, de conveniência, foi constituída por 151 trabalhadores, 37 do género masculino e 114 do género feminino, com idades compreendidas entre os 20 e os 60 anos. Foram utilizados os instrumentos de medição ST-Satisfação com o Trabalho, SF-Satisfação na Família, F T/F-Facilitação do Trabalho na Família (Chambel & Marques-Pinto, 2008), PS-Provisões Sociais (Moreira & Canaipa, 2007) e SP-Stresse Percebido (Moreira, 2002) bem como dados sociodemográficos. Os resultados obtidos confirmaram que a satisfação familiar é superior à satisfação profissional. Verificaram-se diferenças de género na perceção de provisões sociais, na satisfação profissional e na perceção de stresse. Os resultados evidenciaram que os homens apresentaram níveis mais elevados de stresse em comparação com as mulheres. As mulheres com filhos obtiveram médias mais elevadas de provisões sociais e de satisfação profissional em comparação com os homens com filhos. Confirmando-se assim que as relações sociais significativas têm um efeito protetor perante situações percecionadas como stressantes e na mobilização de recursos e estratégias de facilitação/enriquecimento do trabalho na família e na satisfação familiar e profissional.Item A influência do autoritarismo e do locus de controlo nas atitudes homofóbicas(2016) Sousa, Carla Patrícia Gonçalves e; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.Sabe-se que a homofobia, isto é, a atitude ou disposição negativa para com as pessoas homossexuais, configura um problema social atual, com consequências nefastas no quotidiano dos sujeitos com orientações sexuais consideradas minoritárias. O presente estudo tem por objetivo determinar a influência dos fatores sexo, idade, locus de controlo, autoritarismo, adesão ao duplo padrão tradicional e religiosidade nas atitudes homofóbicas. Para estudar esta questão, os participantes preencheram um protocolo de investigação, que avaliava as atitudes homofóbicas, perante gays e perante lésbicas, bem como o autoritarismo, o locus de controlo, a religiosidade, a adesão ao duplo padrão tradicional e os papéis de género, para além de questões de natureza demográfica. A amostra foi composta por indivíduos, com idades compreendidas entre os 18 e os 66 anos. Os resultados obtidos demonstram a existência de associações estatisticamente significativas entre níveis mais elevados de autoritarismo, adesão ao duplo padrão tradicional, religiosidade, externalidade do locus de controlo e a frequência de atitudes negativas, perante gays e lésbicas. Os dados obtidos salientam, ainda, uma frequência superior de tais atitudes nos sujeitos do sexo masculino e nos mais velhos.Item Personalidade e fatores psicossociais como motivação para o comportamento sexual(2013) Gavilan, Jorge; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.O objetivo deste trabalho é analisar e compreender melhor as relações que existem entre a Personalidade, os Fatores psicossociais e o Comportamento Sexual e como podem ser preditores da Compulsividade Sexual. A amostra deste trabalho foi constituída por 300 participantes adultos (135 do sexo masculino e 165 do sexo feminino), escolhidos aleatoriamente. Para avaliar as relações existentes foram utilizadas cinco escalas que medem várias dimensões relacionadas com o comportamento sexual e construído um questionário sócio demográfico e um questionário de opinião sobre comportamento sexual. Os resultados sugerem que existem diferenças significativas no comportamento sexual em função dos grupos das variáveis sociodemográficas e relações entre a Compulsividade Sexual, a Satisfação Sexual e Procura de Sensações. Em termos de Comportamento Sexual observou-se a presença de uma atitude mais liberal e permissiva nos homens e mais restrita nas mulheres, havendo uma tendência dos homens para maior permissividade sexual e comportamentos de risco.Item Propriedades psicométricas da versão portuguesa do obsessive–compulsive inventory—revised(2015) Cardoso, Ismael Augusto de Sousa; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.Foram examinadas as propriedades psicométricas da versão Portuguesa do Obsessive– Compulsive Inventory—Revised (OCI-R; Foa et al., 2002) em duas amostras não-clínicas (N = 509). Os resultados, para a escala total e cada uma das subescalas, revelaram boa consistência interna, validade convergente e divergente e confiabilidade teste-reteste após um intervalo de um mês. Além disso, a estrutura original de seis factores correlacionados foi confirmada através de uma análise fatorial confirmatória. Os resultados também mostraram que a OCI-R exibiu invariância estrutural segundo o sexo. Em resumo, a versão em Português do OCI-R retém as boas propriedades psicométricas da versão original e é um instrumento adequado para medir os sintomas obsessivo-compulsivos em amostras não-clínicas.Item Relações amorosas e infidelidade(2016) Souto, Susana Leones e; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.O presente estudo teve como principal objectivo, analisar e compreender a relação existente entre a infidelidade e os tipos de relações amorosas (estilos amorosos), perceber o comportamento infiel face ao género e quais as suas motivações. Recorrendo a uma amostra de 186 participantes, com idade compreendidas entre os 18 e os 65 anos, responderam online a um questionário de auto-relato, construído com os seguintes instrumentos: LAS – SF, escala que avalia a ligação existente entre o sexo e o amor numa relação amorosa; IPG, inventário que avalia características do género feminino e masculino; ECR – S, questionário que avalia o tipo de apego no adulto; IMI, questionário que avalia as motivações para a infidelidade. O desenvolvimento do estudo permitiu concluir, quanto aos estilos amorosos, que existem valores significativamente superiores no grupo masculino para os estilos Ludus; e, quanto às motivações para a infidelidade, existem diferenças de género, obtendo o grupo masculino resultados significativamente superiores na dimensão de motivação sexual; e o grupo feminino, na motivação emocional para a infidelidade.Item Sexualidade na terceira idade: um estudo comparativo(2012) Carreira, Célia João Lopes; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.Este estudo teve como objetivo avaliar as diferenças nas vivências da sexualidade entre dois grupos de idosos (com e sem parceiro/conjugais). A amostra total foi constituída por 48 sujeitos, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 62 e 97 anos, dividida em dois grupos (24 que vivem com parceiro)na própria residência e 24 estão institucionalizados e não têm parceiro) sendo que os primeiros residem nas suas habitações e os segundos em instituição. Foram utilizadas as seguintes medidas: Entrevista estruturada para careterização de dados sócio-demográficos (incluindo aspetos sexuais), Check List de atividades sexuais (para avaliação de preferências, satisfação e frequência) e o SF36 (quantitativo de qualidade de vida). Os resultados sugerem que os idosos sem parceiro, cuidam mais do seu corpo e referem melhor relacionamento com familiares e amigos. No que respeita às preferências, os idosos sem parceiro preferem a masturbação e a sedução, enquanto que os idosos com parceiro o toque, a carícia e o beijo. No que respeita à qualidade de vida, os idosos com parceiro referem melhor funcionamento físico e pior saúde mental.Item Vinculação, narcisismo e componentes relacionais adultas(2016) Pinto, Íris Filomena dos Santos Antunes; Faria, Miguel Nuno Pereira Silva, orient.Na presente investigação, o principal objectivo foi perceber em que medida o estilo de vinculação adulta e o narcisismo podem influenciar o compromisso e a satisfação no relacionamento adulto. A amostra foi constituída por 136 indivíduos (30 do género masculino e 106 do feminino), aos quais foram aplicados um Questionário de dados Sociodemográficos, Relationship Questionaire, Narcissistic Personality Inventory, Commitment Scale e Relationship Assessment Scale. Os principais resultados indicaram que os estilos de vinculação, mais especificamente relacionados com o modelo de si e do outro, têm influência determinante na forma como é experienciado o relacionamento, nomeadamente ao nível da longevidade e da satisfação relacional.