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Percorrer por autor "Mateus, Nuno, orient."

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    Atitude dos Professores do 1.º Ciclo face à Inclusão de alunos com Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA)
    (2011) Espada, Cláudia Sofia Fernandes; Mateus, Nuno, orient.
    O presente estudo pretendeu explorar as Atitudes (formas de intervenção e estratégias de sala de aula) dos Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico, de um Colégio Particular e de uma Escola Pública englobadas num mesmo Agrupamento de Escolas em relação a crianças com PHDA. Este estudo tem carácter sobretudo exploratório (descritivo) como uma análise quantitativa, qualitativa e correlacional dos resultados. O instrumento de pesquisa utilizado para servir de instrumento de recolha de dados constou de um questionário por inquérito. De um total de N=60 inquéritos distribuídos, foram recebidos N=53, os quais foram sujeitos a tratamento estatístico. Os resultados mostram que os participantes demonstram ter conhecimento sobre a PHDA e no que diz respieto às atitudes bem como às estratégias a utilizar. Porém, estes revelaram utilizar diversas estratégias no seu quotidiano de trabalho com estas crianças.
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    O contributo do trabalho coadjuvado em educação especial, no 1ºCEB
    (2014) Ferreira, Marta Sofia de Sousa; Mateus, Nuno, orient.
    O principal objetivo da nossa investigação centra-se no estudo do trabalho de coadjuvação entre o professor do Ensino Regular e o professor de Educação Especial, tendo em vista compreender de que modo o seu trabalho coadjuvado favorece (ou não) a inclusão dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico com Necessidades Educativas Especiais. A revisão da literatura, a nossa refelxão pessoal e o desempenho profissional dos Professores nas suas práticas de coadjuvação com vista à Inclusão desse grupo de alunos na escola regular, constituiram o núcleo central da investigação levada a cabo. O universo do estudo é constituído por três professores do Ensino Regular (1º Ciclo) e por três professores de Educação Especial do concelho de Valongo. O instrumento utilizado nesta dissertação foi a entrevista semi-estruturada. Optou-se por um estudo de caso que assenta numa metodologia qualitativa. A coadjuvação entre os professores revela-se fundamental. A análise dos resultados permitiu clarificar que a coadjuvação entre os docentes é um elemento chave na inclusão dos alunos com Necessidades Educativas Especiais na escola regular. Constatou-se, ainda, que os docentes procuram trabalhar colaborativamente, de modo a encontrar as melhores respostas para os seus alunos com Necessidades Educativas Especiais. Neste âmbito, a atuação coadjuvada dos docentes contribui para a criação de um ambiente de inclusão. O estudo termina com recomendações futuras, apresenta sugestões para a realização de futuros projetos e limitações do estudo. Pretende-se que este estudo contribua para que os docentes realizem cada vez mais, um trabalho coadjuvado, com vista à inclusão e ao sucesso dos alunos com Necessidades Educativas Especiais.
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    Criatividade e sobredotação das teorias às práticas
    (2014) Sousa, Ana Carolina Duarte Rodrigues Arroteia Silva e; Mateus, Nuno, orient.
    O presente projeto de investigação intitulado de: Criatividade e Sobredotação, das teorias às práticas, aborda a temática da inclusão escolar de crianças sobredotadas. A razão pela qual surgiu o tema da investigação resume-se ao facto de se ter verificado que, não por «defeito» mas por «excesso» de capacidades- sobredotação, crianças são excluídas da possibilidade de uma intervenção pedagógica adequada, exclusão esta potencialmente comprometedora de um correto desenvolvimento global das suas capacidades. Mais, se a priori estivermos sensibilizados para a forte capacidade criativa que distingue estas crianças, como se perspectivam as aulas rotineiras e expositivas de tantos professores? Neste sentido, partindo da pergunta: “Poderá a aplicação do método de Resolução Criativa de Problemas influenciar as aprendizagens e inclusão de um sobredotado?”, procurou-se aferir se o método de Resolução Criativa de Problemas (RCP) influencia as aprendizagens e inclusão de um sobredotado. O presente projeto de investigação inseriu-se no modelo de Análise Intensiva ou Estudo de Caso e o objetivo da investigação foi de caráter exploratório, descritivo e indutivo. O design de investigação caracterizou-se de não experimental. Fazendo apelo ao paradigma de investigação mista, foram definidos para recolha de dados os seguintes instrumentos: Análise documental, inquérito por entrevista e observação direta de caráter observação participante. O posterior tratamento dos dados consistiu na análise de conteúdo dos mesmos a um nível individual para seguidamente se efectuar a triangulação das informações obtidas.
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    Espinha Bífida no Ensino Regular : perceção Docente face à Inclusão
    (2013) Carrilho, Ana Maria da Silva; Mateus, Nuno, orient.
    O ensino do século XXI, associa-se à educação inclusiva, e representa o grande desafio das escolas portuguesas ao pretender dar resposta educativa a todos os alunos. A legislação consigna às escolas portuguesas o ensino obrigatório, universal, gratuito e, ainda, aspira ao sucesso educativo de todos os alunos, independentemente das suas limitações físicas e intelectuais, ou valores culturais, para formar indivíduos ativos e participativos, enquanto cidadãos responsáveis numa sociedade competitiva. Nesta perspetiva, os professores, pela diversificação de práticas pedagógicas e metodológicas devem promover a progressão e a aprendizagem de todos os jovens sem exceção, em sala de aula. Este estudo visa compreender o contributo dos professores do 3º ciclo e secundário, no desenvolvimento e inclusão de jovens com Espinha Bífida (EB), e como realizam o trabalho para dar resposta eficaz às necessidades educativas especiais (NEE) destes alunos. Foi nossa intenção, realizar um estudo exploratório descritivo de natureza quantitativa através de questionário, elaborado totalmente por nós, para identificar os obstáculos à aplicação dos princípios da escola inclusiva. Com falta dos recursos físicos e humanos, os professores realizam a inclusão satisfatoriamente, embora não tendo essa perceção. Também, erradamente consideram, a presença dos homólogos de Educação Especial, fundamental à total inclusão dos alunos.
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    As expetativas dos docentes face à inclusão de alunos com necessidades educativas especiais nas turmas do ensino regular
    (2013) Rudolfo, Maria Manuela da Conceição; Mateus, Nuno, orient.
    O presente trabalho tem por objetivo analisar as expetativas docentes face à Inclusão de alunos com NEE nas turmas de ensino regular de um Agrupamento Vertical, que possui duas Unidades de Apoio aos Alunos com Multideficiência (UAAM) uma de ciclo e outra de 2º/3º ciclos O nosso estudo vai incidir nos docentes e população escolar da educação pré-escolar e primeiro ciclo, onde se pretende que se inicie a Inclusão, como filosofia subjacente a um projeto educativo que se pretende abrangente e diferenciado. Pretendemos com este trabalho, compreender e descrever as expetativas dos vários intervenientes da comunidade educativa, dando relevância aos aspetos facilitadores e aos obstáculos que são inerentes à Inclusão de alunos com NEE nas escolas do ensino regular, tendo em conta as convicções e os valores estabelecidos na filosofia intrínseca ao conceito da Inclusão. A metodologia seguida para a realização deste estudo centra-se num estudo de caso e caracteriza-se também por um designer quási-experimental, apresentando-se sob a forma de um estudo exploratório e descritivo, com predominância das técnicas quantitativas, qualitativas e correlacionais, aplicando-se a uma amostra constituída por Educadores de Infância, Professores do 1º ciclo e de Educação Especial, do Agrupamento de Escolas Aquilino Ribeiro, sito no concelho de Oeiras. Utilizámos como instrumento para a recolha de dados, um questionário por inquérito. De um total de quarenta e quatro inquéritos distribuídos, foram recebidos quarenta inquéritos, os quais foram sujeitos a tratamento e interpretação. A análise dos resultados obtidos permite-nos dizer que os docentes se encontram sensibilizados para as vantagens da escola inclusiva e Escola consideram-na vantajosa tanto para os alunos com NEE, como para os alunos sem NEE. Contudo, consideram que, para a educação inclusão ter sucesso, é imprescindível investir na formação de professores na área das NEE tanto a nível da formação inicial como a nível da formação contínua. Os participantes neste estudo referem ainda que aplicam pedagogias diferenciadas das quais destacamos a elaboração de adaptações curriculares e fichas de trabalho adaptadas, trabalho cooperativo discente, abordagem diferenciada das matérias a lecionar e flexibilização do tempo no sentido de facilitar os processos de Inclusão e o Sucesso Educativo de todos os alunos/crianças.
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    A Hiperactividade no Pré-Escolar
    (2012) Cabeça, Maria Teresa Alves; Mateus, Nuno, orient.
    A presente investigação, aborda o tema “A Hiperactividade no Pré-escolar”, uma temática cada vez mais actual que no dia á dia vem preocupando toda a comunidade educativa. Esta investigação tem como pergunta: Quais as estratégias a aplicar pelo educador de infância em ambiente de sala de aula perante uma criança hiperactiva? Tem como objectivo geral verificar o sucesso da integração da criança com características de hiperactividade na sala de aula. A investigação, quanto à metodologia é de natureza quantitativa, pois pretendo alargar o meu estudo a todo o concelho do Barreiro. Através da utilização de técnicas, podemos chegar a uma maior amostra de pessoas e, desta forma, poder obter respostas às nossas hipóteses de investigação. A nível educativo existe todo um conjunto de estratégias e modificações que se podem aplicar no ambiente de aprendizagem e nos métodos de trabalho do educador de infância, com vista a melhorar o desempenho escolar das crianças hiperactivas. Assim, é, importante estabelecer estratégias que permitam, mais facilmente, ajustar o comportamento da criança, de tal modo que esta aprenda e deixe que as outras crianças, onde se encontra integrada, aprendam também.
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    Impacto das tecnologias de apoio na aprendizagem e inclusão dos alunos com défice auditivo
    (2011) Oliveira, Carla Sofia Sousa de; Mateus, Nuno, orient.
    O computador, tornou-se numa ferramenta de grande valia em ambiente de sala de aula, por isso hoje é considerado como um instrumento de ensino e de aprendizagem. Na verdade, a utilização do computador e de programas multimédia, envolvendo as crianças, suscitou desde cedo a promoção de competências, através de novas estratégias e concepções didácticas, exigentes de mais autonomia no processo educativo, mas pelo qual o professor não deixa de ser o maior responsável. Com o estudo apresentado, pretende-se saber se as tecnologias de apoio, facilitam na aprendizagem e inclusão de crianças portadoras de défice auditivo. Assim, o estudo baseou-se em dados recolhidos através de uma revisão bibliográfica, que posteriormente foi tratada através do método dedutivo-indutivo (seguir de ideias gerais para as exposições particulares). Posteriormente procedeu-se à aplicação de um questionário a professores do 1º,2º e 3º ciclo, que trabalham directamente com crianças portadoras de défice auditivo. Para o tratamento dos dados obtidos recorreu-se à estatística descritiva do programa SPSS versão 19.0, chegando à conclusão que as tecnologias beneficiam os alunos portadores de défice auditivo ao nível da sua inclusão como da sua aprendizagem.
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    Importância da relação Escola/Família no processo de inclusão de crianças com paralisa cerebral em creche
    (2013) Salvado, Marta Andreia Silva de Ascensão; Mateus, Nuno, orient.
    Este estudo enquadra-se numa avaliação da importância da relação escola/família no processo de inclusão de crianças com Paralisia Cerebral em contexto de Creche. Além dos profissionais especializados contribuírem para o desenvolvimento de crianças com Paralisia Cerebral, a família assume um papel fulcral. A intervenção da família é assim essencial no processo de desenvolvimento/inclusão destas crianças ao longo da vida. Nesse sentido, destacamos como objetivos primordiais: identificar o envolvimento da família e as dinâmicas relacionais com vista ao desenvolvimento pessoal e social da criança, aferir as relações interpessoais dos técnicos e professores que lidam com a inclusão de crianças com PC, perceber a perspetiva que os terapeutas têm acerca da inclusão de crianças com PC, conhecer as conceções dos educadores/professores sobre inclusão, saber como a PC é integrada em Creche, identificar a ação dos pais e da escola na inclusão de uma criança com PC e identificar a articulação do educador/professor com os pais e vice-versa. Para a realização deste estudo, optou-se por utilizar uma metodologia de natureza qualitativa – estudo de caso. Realizaram-se entrevistas semiestruturadas aos intervenientes no processo de desenvolvimento da criança (pais, educadores/professores, terapeutas) para recolher dados. A informação obtida foi apurada mediante análise de conteúdo dessas mesmas entrevistas.
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    A importância das tecnologias da informação e da comunicação em crianças com autismo ; no pré-escolar
    (2013) Patrício, Maria Celeste Pereira Saraiva; Mateus, Nuno, orient.
    O presente estudo teve como objetivo aferir a importância das Novas tecnologias da Informação em crianças com autismo, no Pré-Escolar. Para um conhecimento mais alargado do tema e uma nova visão sobre esta problemática, foi necessário recorrer a uma análise da literatura, definindo-se no enquadramento teórico uma abordagem à Educação Especial, Autismo e às Novas Tecnologias da Informação, procurando identificar os recursos educativos na área das Novas Tecnologias, utilizados nestas crianças, que as ajudem a minimizar e superar dificuldades, tornando-as competentes e funcionais levando à inclusão no meio ambiente, social e escolar. Apresentou-se a metodologia utilizada; metodologia qualitativa e quantitativa, a definição da amostra; Educadores de Infância e Professores do Ensino Especial; o inquérito por questionário como instrumento de recolha de dados para perspetivar a opinião dos Educadores e Professores do Ensino Especial sobre a importância das Tic no processo ensino/aprendizagem. Por fim fez-se a análise e discussão dos resultados através dos quais se concluiu que, os Educadores de Infância têm bastante desconhecimento sobre o autismo e as TIC; já a maioria dos Professores do Ensino Especial têm mais conhecimento sobre o tema, reconhecendo ambos os grupos de inquiridos, a importância das TIC no processo ensino/aprendizagem dos indivíduos autistas.
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    A importância das TIC no desenvolvimento cognitivo em crianças com paralisia cerebral
    (2013) Gentil, Liliana da Silva; Mateus, Nuno, orient.
    A inclusão de crianças com Necessidades Educativas Especiais tem sido uma problemática abordada ao longo dos tempos, questão essa que se mantém nos dias de hoje no sentido de alcançar um ensino de qualidade para todos os alunos, mesmo os que apresentam características distintas, alcançando assim uma Escola Inclusiva. Lidar com crianças portadoras desta problemática num contexto de turma, onde os programas e currículos são extensos e trabalhosos não é tarefa fácil. Assim sendo, é necessário incluir no currículo destes alunos as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação(NTIC). Estas são encaradas como uma ferramenta preciosa porque permitem desobstruir barreiras de aprendizagem em alunos com problemas motores e de linguagem. A presente investigação pretende responder à questão: Qual a perceção dos professores do 2º e 3º ciclo acerca da importância das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no desenvolvimento cognitivo de crianças com paralisia cerebral (PC)? Desta forma, trata-se de um estudo de caso acerca de um aluno que é portador de PC. O estudo é de carácter qualitativo e quantitativo, uma vez que foram realizadas entrevistas questionários. Na análise dos resultados, aferiu-se que os professores consideram as TIC uma maisvalia no desenvolvimento cognitivo de crianças com paralisia cerebral.
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    A inclusão da criança deficiente auditiva : estratégias de comunicação
    (2011) Ramos, Tânia Raquel Fernandes; Mateus, Nuno, orient.
    O presente trabalho situa-se no campo da Educação Especial e propõe estudar a inclusão de crianças com deficiência auditiva, nas escolas de ensino regular, nomeadamente, as estratégias de comunicação indispensáveis para que a sua inclusão. Para a realização do presente estudo, foi adoptada uma abordagem metodológica, de natureza qualitativa, não experimental, cuja fundamentação teórica se baseou em diversos autores, investigadores na área da inclusão e deficiência auditiva/surdez. Ao longo do trabalho são sugeridas algumas estratégias de comunicação, abordando-se a importância da língua gestual e dos aparelhos auditivos na educação e inclusão das crianças e jovens surdos, fundamentais para a sua inserção na sociedade e para o seu progresso académico e profissional. As conclusões deste estudo apontam para a pertinência da aquisição e adaptação de instrumentos e recursos necessários à prática da inclusão das crianças com deficiência auditiva, que permitam aos professores e alunos, aumentar as suas condições de adaptabilidade às complexas mudanças da sociedade. Com a realização deste trabalho pretende-se dar a conhecer o que ainda falta mudar e repensar nas escolas de ensino regular, para que as crianças com deficiência auditiva sejam verdadeiramente incluídas e usufruam das mesmas oportunidades das crianças ouvintes.
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    Inclusão das crianças autistas
    (2011) Lopes, Maria Teresa Vieira; Mateus, Nuno, orient.
    Ao longo dos tempos, a legislação que regula a Inclusão de alunos com deficiência nas escolas regulares, sofreu transformações que levaram a uma crescente responsabilização dessas mesmas escolas, pela Inclusão destes alunos numa perspectiva de "Escola Para Todos". Assim, este trabalho pretende apresentar um estudo sobre a inclusão de autistas. O seu objectivo principal, foi conhecer as atitudes dos professores, perante o factor inclusão, de alunos com autismo. A abordagem metodológica empreendida, tendo em conta os objectivos que norteiam este estudo e fundamentam este trabalho, tem um carácter descritivo, no quadro do paradigma quantitativo (Doyle, 1978), após uma recolha de dados por questionário triangulando-o com o paradigma qualitativo, uma vez que estamos conscientes de que “ as técnicas triangulares nas Ciências Sociais visam explicar de maneira mais completa, a riqueza e complexidade do comportamento humano estudando-o desde mais que um ponto de vista” (Cohen e Manion, 1990:331). A metodologia de triangulação com preponderância das técnicas quantitativas foi aplicada a uma amostra constituída por docentes do 1º, 2º Ciclos e Educação Especial, dos concelhos de Felgueiras e Vizela. Foi utilizado como instrumento para a recolha de dados, um questionário com vinte perguntas fechadas e uma aberta, por nós elaborado, o qual foi preenchido individualmente por cada um dos participantes. Posteriormente, os resultados foram analisados através da análise estatística que foi efectuada com recurso a estatísticas descritivas (frequências absolutas e relativas) e estatística inferencial para testar as hipóteses descritas. Utilizou-se os testes do Qui-quadrado de independência pois estamos a testar a hipótese de independência entre variáveis qualitativas e o teste Binomial nas situações em que estamos a comparar uma proporção obtida ou observada com uma proporção testada. O nível de significância de referência para aceitar ou rejeitar a hipótese nula foi fixado em 0,05. A análise dos resultados permitiu retirar as seguintes conclusões: 1) As atitudes dos docentes com formação específica são mais favoráveis, face à inclusão de alunos autistas, do que as dos docentes sem formação específica; 2) Há uma maior proporção de professores com formação específica que consideram que há benefícios para os alunos sem deficiência face à integração de alunos com autismo nas suas turmas; 3) Os docentes do género feminino consideram que os alunos autistas beneficiarão da interacção proporcionada pela inclusão; 4) A proporção de docentes do género masculino que consideram que os alunos autistas beneficiarão da interacção proporcionada pela inclusão é significativamente mais elevada do que a proporção de docentes que consideram que os alunos autistas não beneficiarão da interacção proporcionada pela inclusão.
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    Intervenção dos docentes no sucesso escolar de alunos com perturbação de hiperatividade e défice de atenção
    (2014) Rei, Ana Cristina de Aquino Soares Cavaleiro Marta; Mateus, Nuno, orient.
    Atualmente, nas escolas deparamo-nos cada vez mais com alunos que afetam o desenvolvimento equilibrado da sala de aula. É importante que os professores considerem que o comportamento desadequado pode ser o sintoma de um distúrbio que se denomina Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção (PHDA). Esta investigação pretendeu ser um instrumento de trabalho para os professores, de forma a tornar possível o processo de ensino e aprendizagem um sucesso para o aluno com PHDA e sensibilizar os docentes para uma problemática que vai muito para além de uma irrequietação, agressividade e falta de regras dos alunos. Este estudo foi dividido em três capítulos. No primeiro capítulo constou uma abordagem teórica acerca dos conceitos de inclusão, Necessidades Educativas Especiais (NEE), PHDA, foram apresentadas estratégias de intervenção, defendidas por alguns autores, para alunos com esta perturbação. No segundo capítulo foi descrita a metodologia do estudo de caso, apresentados os objetivos da investigação e os instrumentos de recolha de dados, questionário e observação direta. No terceiro capítulo foram apresentados os dados obtidos e feita a sua análise. Nas considerações finais, foi possível conhecer as estratégias que contribuem para o sucesso escolar do aluno com PHDA, a relação existente entre as variáveis género, idade, habilitações, situação profissional dos docentes com a perceção destes acerca da inclusão do aluno com PHDA numa turma regular, a relação entre a inclusão e o rendimento escolar do aluno e apresentadas as limitações do estudo e os possíveis caminhos de investigação futura. Por fim a bibliografia que serviu de base a este estudo, apresentadas de acordo com as regras da APA (American Psychological Association).
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    Intervenção precoce no jardim de infância
    (2014) Jorge, Liliana Alexandra Rodrigues; Mateus, Nuno, orient.
    O diagnóstico precoce, durante os primeiros anos de vida e fundamentalmente em idade pré-escolar (3 aos 6) é ainda muito pouco enfatizado, embora se reconheça que uma intervenção atempada seria o melhor procedimento para o desenvolvimento e inclusão da criança nas etapas futuras. No seu normal desenvolvimento poderão surgir fatores de risco, biológicos e ambientais, que comprometem as aprendizagens e que no seu conjunto necessitam de uma intervenção específica que deve ser iniciada ainda no Jardim de Infância. A Intervenção Precoce surge como um meio facilitador da inclusão e desenvolvimento de crianças até aos 6 anos de idade, que com a ajuda de técnicos especializados junto das famílias e em cooperação com o Educador de Infância, em contexto de sala de aula, poderá determinar atempadamente alguns transtornos específicos e desenvolver estratégias por forma a minorá-los, maximizando o seu potencial. O trabalho que pretendemos desenvolver visa demonstrar a importância de uma intervenção adequada, no âmbito de Jardim de Infância, em conjunto com uma equipa de técnicos, através do estudo de caso de uma criança com atraso global de desenvolvimento. Os dados recolhidos foram submetidos a uma análise interpretativa, tendo-se concluído que o trabalho desenvolvido pela Equipa de Intervenção Precoce juntamente com a Educadora de Infância e a família é promotor no desenvolvimento e encaminhamento da criança em estudo para o ingresso no 1º Ciclo do Ensino Básico.
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    O jogo como estratégia de modelação de comportamentos em aluno com PHDA
    (2013) Reininho, Rui Manuel Melhorado; Mateus, Nuno, orient.
    A existência de alunos com PHDA, nas nossas aulas é um problema acrescido para estas crianças e professores, no sentido concretização dos parâmetros de educação inclusiva. O objetivo do presente estudo, é saber se o jogo pode ser uma estratégia eficaz para o modelamento de comportamentos da criança com PHDA. Para a realização do presente estudo, foi adotada uma abordagem metodológica, de natureza qualitativa, um estudo de caso, cuja fundamentação teórica se baseou em diversos autores. Na realização de jogos numa aula de EF, foram realizadas observações estruturadas, com o objetivo de definir os comportamentos mais marcantes do aluno. Posteriormente, no sentido de alterar esses comportamentos, foi delineado um plano de intervenção cognitivo-comportamental que decorreu em sete sessões, durante as aulas de AEE. No seu decorrer foram então realizados jogos que promoveram o desenvolvimento de competências de autoinstruções, resolução de problemas e programa de reforço. Verificando-se algumas dificuldades do aluno em seguir as instruções do aplicador, mas ao mesmo, tempo foi notório o seu esforço, colaboração e evolução. Apurou-se, que a utilização de jogos, conjuntamente com autoinstrução e programa de reforços pode constituir uma ferramenta importante para o modelamento de comportamentos do aluno com PHDA.
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    O método de Reuven Feuerstein no processo de ensino-aprendizagem de crianças socioculturalmente desfavorecidas, consideradas ou não portadoras de NEE
    (2012) Romeiras, Isabel Mafalda Clérigo; Mateus, Nuno, orient.
    A presente investigação pretende responder à seguinte questão: quais são as estratégias de compensação, como meio de modificabilidade cognitiva estrutural em crianças socioculturalmente desfavorecidas, consideradas ou não portadoras de necessidades educativas especiais, de um turma do 5º ano, de uma escola TEIP do concelho de Lisboa? Desta forma, trata-se de um trabalho de investigação-acção onde o investigador desenvolve uma intervenção centrada na prática pedagógica, ao longo de treze sessões, com uma turma do 5º ano, nos blocos semanais de 90 minutos das aulas de Estudo Acompanhado. A amostra foi constituída por 27 crianças socioculturalmente desfavorecidas (19 consideradas não portadoras de NEE e 7 consideradas portadoras de NEE). Traçado o perfil da amostra e fundamentando-se no enquadramento teórico, foi planificada a intervenção à luz da metodologia proposta por Reuven Feuerstein, a partir da aplicação de três instrumentos do Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI) (Orientação espacial I, Classificações e Relações Temporais). Fruto da intervenção, verificou-se uma mudança significativa ao nível da concretização das situações-problema trabalhadas, tanto nos alunos não portadores de NEE. Com a aplicação do PEI, trabalhou-se uma modificabilidade cognitiva , que foi demonstrada estatísticamente, e também uma modificabilidade na personalidade, verificada a partir da observação directa e do uso de outros instrumentos. Assim, pensamos que todas as crianças socioculturalmente desfavorecidas, consideradas ou não portadoras de NEE, podem beneficiar com experiências de aprendizagem mediatizadas a partir da aplicação do PEI e cujas mudanças positivas, nos padrões de pensamento, se fizeram sentir em todos os elementos da nossa amostra.
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    Os modelos de intervenção são eficazes para melhorar a inclusão de crianças com autismo
    (2011) Gonçalves, Alinea D’Ascenção; Mateus, Nuno, orient.
    O autismo tem como principal característica a inabilidade inata de estabelecer contacto afectivo e interpessoal, que dificulta a sua interacção social. Através de um programa de modificação do comportamento é possível obter-se uma melhoria nos sintomas nucleares do autismo, pois a vertente da teoria cognitivo-comportamental conduz a focagem de que as crianças com autismo apresentam características semelhantes às crianças ― normais‖, mas em níveis de intensidade diferentes. O objectivo desse trabalho é apresentar modelos de intervenção na abordagem Cognitiva-Comportamental, visto que a prática de suas técnicas tem apresentado melhores resultados em crianças com autismo e dando a oportunidade a essas crianças com esse transtorno a melhorar as suas capacidades, tornando-as competentes e funcionais e adaptar-se o meio-ambiente, social e escolar. Para isso foi feito uma análise de literatura e foram entrevistados seis especialistas da área sobre a intervenção precoce. Isso é um paradigma não experimental, é um tratamento de dados em uma abordagem qualitativa. A interpretação dos resultados permite a conclusão que há muitas controvérsias quanto à eficácia das intervenções intensivas precoce para as crianças com autismo. Algumas abordagens foram comprovadas cientificamente, outras não. Estudos têm relatado resultados mistos. É preciso saber escolher o que for mais adequado às necessidades individuais da criança com autismo.
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    A Paralisia Cerebral em contexto de Educação Física
    (2011) Gouveia, João Pedro de Leote Sousa; Mateus, Nuno, orient.
    O estudo seguinte tem em atenção a opinião da vertente médica, vertente de reabilitação e fisioterapia e de psicólogos sobre os factores mais importantes a trabalhar com crianças com paralisia cerebral na educação Física, apresentando algumas estratégias e benefícios da actividade física para essas crianças, não esquecendo nunca que cada caso é um caso e a avaliação inicial por uma equipa multidisciplinar do aluno é fundamental para a adequação de todo o processo. Retrata ainda o modo de trabalho de alguns profissionais de educação física com alunos com Paralisia cerebral e as suas opiniões e experiencias que tornaram o trabalho mais enriquecedor. Por último propõe algumas estratégias de actividades mais enriquecedoras para os alunos com PC dependendo sempre de cada aluno, pois cada caso é um caso.
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    A prática pedagógica com alunos disléxicos na escola de 1º Ciclo do Ensino Básico
    (2012) Guerreiro, Tânia Isabel Bacalhau; Mateus, Nuno, orient.
    O presente estudo centra-se numa problemática real nas nossas escolas – a dislexia. Sabendo que neste processo os professores são atores diretamente implicados e os melhores recursos dentro da sala de aula, tentámos perceber quais “os conhecimentos que têm sobre esta problemática” e o que os diferencia, tendo em conta algumas variáveis. O inquérito por questionário foi a técnica adotada para a recolha da informação. Centrámos o estudo nos professores dos agrupamentos de escolas do concelho de Sesimbra, sendo a nossa amostra constituída por 71 professores do 1º Ciclo do Ensino Básico. Nos resultados obtidos constatámos que os professores têm poucos conhecimentos sobre a dislexia e sentem-se pouco preparados para o trabalho pedagógico com estes alunos. Comparando os conhecimentos dos professores que têm prática pedagógica ou formação na área da dislexia (formação que consideraram muito expositiva), constata-se que não se diferenciam dos outros professores ao nível dos conhecimentos sobre esta problemática.
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    Qual o impacto no desempenho cognitivo pela aplicação do plano nacional de matemática adaptado a uma criança com défice cognitivo ligeiro
    (2011) Afonso, Cátia Alexandra Silva da Costa; Mateus, Nuno, orient.
    Este trabalho encontra-se inserido na modalidade de projecto de investigação acção e pretende ajudar um aluno, matriculado no 2º ano de escolaridade do 1º Ciclo do Ensino Básico, actualmente com nove anos, com défice cognitivo ligeiro, a obter melhores resultados ao nível do desempenho cognitivo. Adoptámos uma abordagem qualitativa, com recurso a instrumentos de recolha de dados como, entrevista, observação participativa, o diário de campo e a avaliação diagnóstica WISC III. Com este estudo, proporcionámos ao aluno a possibilidade de trabalhar conteúdos programáticos no âmbito da matemática, com recurso a estratégias pedagógicas recomendadas pelo Ministério da Educação, no Novo Plano Nacional de Matemática. Utilizámos estratégias de aprendizagem que procurassem satisfazer as necessidades do aluno, com acesso a experiências activas, com respeito pelo seu ritmo de trabalho, também, através da repetição constante dos conteúdos. Permitimos ao aluno que fizesse aprendizagem de forma cooperativa, de modo a que se garantisse sempre a motivação, durante todo o processo. Após a intervenção, procedemos a um balanço dos resultados obtidos nas actividades e a uma avaliação final das suas capacidades cognitivas.
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