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Percorrer por autor "Monteiro, Rita Andreia Barbosa"

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    Estratégias de coping e sintomatologia de perturbação pós-stress traumático em jovens em risco
    (2016) Monteiro, Rita Andreia Barbosa; Pinto, Ricardo José, orient.
    A presente dissertação teve como objetivo avaliar a relação entre estratégias de coping e Perturbação Pós-Stress Traumático (PPST) numa amostra de jovens de risco, composta por jovens em situação de acolhimento e jovens que frequentam Escolas Profissionais. As novidades deste estudo relacionam-se com: a utilização de uma amostra de risco, a utilização de questionários que avaliam a sintomatologia de PPST segundo o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-5) e a avaliação do preenchimento ou não do critério A de PPST (além da avaliação da presença de sintomatologia de PPST). Método: O estudo incluiu 183 jovens, dos quais 100 (54.7%) eram estudantes do ensino profissional e 83 (45.4%) encontravam-se em situação de acolhimento, com idades compreendidas entre 13 e os 17 anos (M = 15.71; DP = 1.31). Os instrumentos administrados foram: Questionário Sócio-Demográfico; Lista de Experiências Traumáticas para DSM-5, Child PPST Symptom Scale – V e a Escala de Estratégias de Coping na Adolescência. Resultados: Os principais resultados obtidos revelaram que 48 (26.2%) jovens relataram sintomatologia de PPST e que 166 (91%) jovens foram expostos a pelo menos uma experiência traumática (cumpriram critério A de PPST). O sexo feminino relatou níveis mais elevados de sintomatologia de PPST e as estratégias de coping negativas revelaram uma relação significativa com sintomatologia de PPST. Os jovens pertencentes ao grupo de comparação (escolas profissionais) relataram significativamente mais sintomatologia de PPST. Um dos fatores que parece explicar este resultado é o facto de estes jovens terem, também, relatado experiências adversas na infância, mas não receberem medidas preventivas de promoção e proteção por parte de entidades sinalizadores, ao contrário dos jovens em situação de acolhimento. Conclusões: A intervenção no coping devem focar-se na redução de estratégias de coping negativas e, assim, diminuir a sintomatologia de PPST.
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