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Título: Plano de contingência para laboração dos Comboios de Portugal em pandemia de gripe
Autores: Marques, Paulo Henriques dos
Taborda, João
Reis, Francisco Cardoso dos
Palavras-chave: HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO
PANDEMIAS
COMBOIOS
HEALTH AND SAFETY AT WORK
PANDEMICS
TRAINS
Data: 2009
Editora: Edições Salamandra
Citação: Publicação original: Marques, P.H., Taborda, J., Reis, F.C. (2009): “Plano de Contingência para Laboração dos Comboios de Portugal em Pandemia de Gripe”. Riscos Industriais e Emergentes, Guedes Soares, C., Jacinto, C., Teixeira, A.P. e Antão, P. (Eds.), Edições Salamandra, Lisboa, (ISBN 978-972-689-233-5), Vol. 2, pp. 1199-1225 - Republicação integral: Marques, P.H., Taborda, J., Reis, F.C. (2009): “Plano de Contingência para Laboração dos Comboios de Portugal em Pandemia de Gripe”, Segurança, ano XLIV, (ISSN 0870-8908), 193, suplemento especial, pp. 3-15
Resumo: O surgimento de um novo subtipo de vírus Influenza A, para o qual a população tem pouca imunidade, a capacidade do novo subtipo viral replicar em seres humanos e de provocar doença, conjugados com a capacidade de transmissão eficaz entre pessoas – como ocorrido com o vírus A[H1N1]v, em 2009, a partir do México – vieram concretizar a ameaça de pandemia de gripe que era esperada desde o início do século. Em resultado da grande morbilidade e do consequente e previsível aumento da mortalidade, são esperados impactos na laboração das Organizações, que se podem repercutir ao longo de toda a cadeia de serviços, podendo originar disfunções sociais e económicas. Transportando mercadorias estruturantes e cerca de meio milhão de passageiros por dia, a CP – Comboios de Portugal (CP), propagaria esses impactos negativos a muitas outras Organizações, se não conseguisse laborar nesse cenário. Não sendo possível adiar indefinidamente a pandemia, a estratégia adequada consiste no reforço da resiliência da Empresa e dos seus fornecedores críticos, para que toda a cadeia de serviços consiga dobrar sob a vaga de gripe, sem se partir, para retomar depois a operacionalidade desejada. A avaliação de riscos para a Empresa foi feita pesquisando o impacto de pandemias anteriores, projectando as solicitações dos clientes, determinando as funções de maior risco profissional de gripe e recorrendo aos dados epidemiológicos resultantes dos primeiros estudos publicados sobre o vírus A[H1N1]v. Para manter a continuidade da actividade essencial, a Empresa determinou o efectivo crítico para a produção dos comboios nos cenários de 10%, 25% e 50% de absentismo laboral. Foi iniciado o controlo de riscos de gripe, nomeadamente através de medidas de organização do trabalho, protecção colectiva, formação, informação e protecção individual. O dispositivo de protecção individual foi seleccionado para proteger o efectivo de forma diferenciada, conforme a sua criticidade para a laboração essencial da Empresa e o seu risco profissional de gripe. Estes e outros aspectos de Segurança e Saúde Ocupacionais são explorados no presente artigo, pelo papel determinante que assumem no Plano de Contingência para Laboração dos Comboios de Portugal em Pandemia de Gripe.
Descrição: Publicação original: in Riscos Industriais e Emergentes, Guedes Soares, C., Jacinto, C., Teixeira, A.P. e Antão, P. (Eds.), Edições Salamandra, Lisboa, Vol. 2, pp. 1199-1225 Republicação integral: in Segurança, ano XLIV, 193, suplemento especial, pp. 3-15
URI: http://hdl.handle.net/10437/3506
ISBN: 978-972-689-233-5
ISSN: 0870-8908
Aparece nas colecções:ISLA (Santarém) - Actas de Conferências Nacionais

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