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Percorrer por autor "Marques, Marta Daniela Lage"

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    Explorando o conhecimento sobre aplicações digitais de saúde e estilo de vida: um estudo observacional transversal numa farmácia comunitária
    (2023) Marques, Marta Daniela Lage; Gregório, João Pedro Bernardo, orient.
    A área da saúde está em constante desenvolvimento, tendo como objetivo principal a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, dando assistência rápida, para o que a tecnologia tem vindo a contribuir para esse feito. Existem cada vez mais aplicações para os smartphones e smartwatches que ajudam cada indivíduo a cuidar da sua saúde e do seu estilo de vida, permitindo um contacto mais próximo entre os utentes/cuidadores e os profissionais de saúde, o que é fundamental para serem bem acompanhados, nomeadamente, utentes com doenças crónicas. Neste contexto, realizámos um estudo observacional transversal. O mesmo foi feito numa farmácia comunitária, Farmácia Silveira do Alegro Sintra, em que foi realizado um inquérito aos utentes com o intuito de perceber que conhecimento é que a população tem sobre as aplicações digitais relacionadas com a saúde e estilo de vida, bem como se as utiliza no seu dia a dia e se confia nas informações fornecidas pelas mesmas. O questionário envolvia também questões sobre a comunicação feita através de meios tecnológicos e redes sociais entre a população e os profissionais de saúde, bem como se existiram alterações após a COVID-19, em que a maioria sentiu que houve um aumento após a pandemia. A maioria (85 % e 62,5 %, respetivamente) da população inquerida disse conhecer aplicações que ajudam a controlar a sua própria saúde e a ter um estilo de vida mais saudável, no entanto apenas 20 % desconhece aplicações relacionadas com a adesão à medicação. Apenas 14 dos 40 inqueridos utilizam estas aplicações no seu dia a dia e 42,9 % dos que utilizam estas aplicações acredita na informação que recebe por parte das aplicações e sente-se confortável em partilhá-la com todos os profissionais de saúde. Os 14 dos 40 inqueridos sentem que as aplicações digitais podem ser relevantes para certas patologias, tais como: hipertensão, diabetes, obesidade, colesterolemia e saúde mental, bem como para ajudar no estilo de vida e na adesão à terapêutica. No geral, este estudo demonstrou que a tecnologia tem tido um papel fundamental na saúde, ajudando a melhorar a qualidade de vida dos utentes. No entanto, ainda existem pormenores a melhorar no futuro. Para estudos futuros recomenda-se que se realize um estudo semelhante em diferentes localidades e até mesmo um só direcionado a pessoas diabéticas. Palavras-chave: Aplicações, empoderamento do utente, saúde digital, saúde móvel, telessaúde
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