Publicações científicas Universidade Lusófona

O Repositório Científico Lusófona é um serviço digital que congrega os trabalhos científicos produzidos na Universidade Lusófona, disponibilizando de forma pública e universal a produção científica da Universidade.

 

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  • Dissertações e Teses
  • A Universidade Lusófona é a maior Universidade privada em Portugal e é parte integrante do subsistema particular e cooperativo do ensino superior português.
  • A ULusófona - Centro Universitário do Porto é uma Instituição de Ensino Superior que assume a vocação de ensino, formação e investigação e que, simultaneamente, visa angariar um caráter próprio e diferenciador no respeita ao desenvolvimento científico, cultural, económico e social.

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(2024) Damásio,Manuel José; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da Informação; COPELABS (FCT) - Centro de Investigação em Computação Centrada nas Pessoas e Cognição (CTS); CICANT (FCT) - Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias
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(2024) autor teste
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Prevalência de lesões em praticantes de breaking em Portugal
(2023) Gores, Diogo Enes; Aleixo, Inês Marques, orient.
O breaking é a nova modalidade Olímpica que integrará os quadros de desportos Olímpicos em 2024, na cidade de Paris. A elevada incidência de lesões nesta modalidade tem afetado a saúde dos breakers e o número de estudos nesta área continua bastante reduzido. É por isso necessário recolher informações acerca da incidência e do tipo de lesões em breakers para que sejam criados planos de prevenção de lesões, visando a saúde dos B-Boys e das B-Girls e contribuindo para um melhor desempenho das suas performances. Objetivos: Caracterizar a incidência e o tipo de lesões em atletas de breaking em Portugal e recolher informações cruciais para que futuros investigadores consigam desenhar e incorporar no processo de treino um programa de prevenção de lesões, visando a saúde dos B-Boys e das B-Girls. Métodos: Vinte e um breakers (26,19 ± 6,85 anos; 57,1% B-Boys) residentes em Portugal constituíram a amostra deste estudo transversal observacional. A caracterização da incidência e do tipo de lesões foi feita através de um Questionário Online adaptado da literatura de lesões no breaking. Procedeu-se à utilização da estatística descritiva para todo este projeto. Resultados: Obteve-se que 7 (33,3%) dos 21 breakers sofreram pelo menos duas lesões, tendo havido um total de 52 lesões. As zonas anatomicamente mais afetadas terão sido os ombros (21,15%) e os joelhos (19,23%), sendo as lesões articulares (59%) e musculares (17,31%) as mais comuns entres os breakers. Conclusão: Os resultados mostram uma grande incidência de lesões articulares e musculares nos membros superiores, seguidos dos membros inferiores. Mais estudos acerca da incidência de lesões no breaking são necessários. Palavras-Chave: Breaking, Lesões musculo-esqueléticas, Incidência de lesões
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Relação entre as experiências adversas na infância e a qualidade de vida
(2023) Fonseca, Helena Isabel Soares da; Pinto, Ricardo José Martins, orient.
Objetivos: Existe muita literatura acerca de experiências adversas na infância (EAI) e as consequências físicas e psicológicas, mas a maior parte da evidência tem sido obtida em amostras com adultos. Escasseiam estudos com amostras de adolescentes e que tenham estudado a qualidade de vida. Nesse sentido, este estudo procurou avaliar 10 EAI, e explorar a relação de cada uma na qualidade de vida. Método: A amostra foi composta por 189 participantes, com uma média de 16 anos de idade (DP = 1.23), variando entre os 13 e os 18 anos. Relativamente ao sexo, 95 era do sexo feminino e 94 era do sexo masculino. Resultados: De modo a perceber quais as experiências adversas que eram correlacionadas com a qualidade de vida, recorreu-se à utilização do programa SPSS, versão 28, em que os resultados demonstraram que das 10 EAI, apenas cinco foram estatisticamente significativas: abuso emocional (r = .36, p = .036), abuso sexual (r = .247, p < .002), negligência emocional (r = .251, p < .002), violência doméstica (r = .205, p < .001) e perturbação mental ou suicídio de familiares a viver com o adolescente (r=.282, p < .001). Através da análise de regressão, que incluiu estas 5 EAI como preditores, os resultados demonstraram que apenas a Perturbação Mental ou Suicídio no Ambiente Familiar foi preditor da qualidade de vida, ou seja, a pontuação nesta adversidade foi associada a menor qualidade de vida (β = .247, t = 3.247 = 7.129). Conclusões: O estudo permitiu identificar que existe uma relação entre as experiências adversas na infância e a qualidade de vida em adolescentes. São discutidas as implicações da relação entre a perturbação mental ou suicídio de familiares a viver com o adolescente com a qualidade de vida, sugerindo-se algumas medidas de atuação para profissionais que trabalham em justiça juvenil e proteção de crianças e jovens. Palavras-Chave: adolescentes; adversidade; qualidade de vida
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Maus-tratos na infância e bem-estar sexual na idade adulta: revisão sistemática
(2023) Quintas, Francisco Diogo Pinheiro; Lamela, Diogo, orient.
O conceito de bem-estar sexual tem recebido especial atenção na investigação e nas políticas públicas na última década. Tem sido sugerido que as experiências adversas ao longo do desenvolvimento podem influenciar o bem-estar sexual na idade adulta, mas pouco se sabe como os diferentes tipos de maus-tratos na infância estão associados com as diferentes dimensões do bem-estar sexual. Com efeito, o objetivo deste estudo foi realizar o levantamento da literatura que examinou o impacto dos maus-tratos na infância no bem-estar sexual na vida adulta. Para isso, foram selecionados artigos empíricos publicados em revistas científicas indexadas nas seguintes bases de dados eletrónicas: Academic Search Complet, Eric, Pubmed, Scopus, Web Of Science. A pesquisa encontrou um total de 2950 artigos, sendo que foram incluídos 21 na revisão sistemática. A seleção dos estudos foi realizada por dois investigadores, tendo em conta cinco critérios de exclusão previamente definidos. Os resultados demonstraram associações negativas entre maus-tratos na infância e o bem-estar sexual na vida adulta, com especial foco na compulsão/ evitação sexual e intimidade no relacionamento. O abuso sexual foi tipo de maltrato que tem maior impacto no bem-estar sexual na idade adulta. No entanto, poucos estudos empíricos testaram as associações entre outros tipos de maus-tratos (abuso físico, abuso psicológico e negligência) e o bem-estar sexual. Com base nos resultados, este trabalho discute áreas de investigação futura e implicações clínicas. Palavras-chave: Maus-tratos; Bem-estar sexual; Abuso; Revisão sistemática