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Percorrer por autor "Pascoal, Patrícia M."

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    O efeito das dificuldades de regulação emocional no distress sexual
    (2024) Quitério, Tiago Miguel dos Santos; Escola de Psicologia e Ciências da Vida; Pascoal, Patrícia M.; Almeida, Vitor Bruno Faustino
    Um dos aspetos fundamentais para o diagnóstico de disfunções sexuais é o distress sexual, com base numa abordagem transdiagnóstica queremos compreender qual o papel que as dificuldades na regulação emocional têm no distress sexual, tendo como foco a componente mal adaptativa das emoções negativas e a dificuldade para lidar com as mesmas, de maneira a perceber qual a sua ligação com o distress sexual. O presente estudo é composto por uma amostra total de 339 participantes, que foram divididos em dois subgrupos: os participantes que "consideram ter problemas sexuais" (subgrupo 1) que é composta por 99 participantes, com uma média de idades de 38.35 anos, o outro subgrupo são os participantes que "não consideram ter problemas sexuais" e este é composto por 240 participantes, apresentando ainda uma média de idades de 35.88. Todos os participantes responderam a um questionário na plataforma Qualtrics, posteriormente os dados obtidos foram analisados através do SPSS. Em primeiro lugar foi efetuada uma análise de correlação de Pearson e posteriormente foram realizadas uma regressão linear e uma moderação. Os resultados obtidos indicam que em indivíduos que têm perceção de ter problemas sexuais existe uma associação forte entre as dificuldades de regulação emocional e o distress sexual, por outro lado, os que não têm essa perceção de problemas sexuais não apresentam essa associação
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    Efeito dos pensamentos negativos repetitivos no distress sexual
    (2024) Narciso, Maria Teresa Dias; Escola de Psicologia e Ciências da Vida; Pascoal, Patrícia M.; Almeida, Vitor Bruno Faustino
    O Distress Sexual é fundamental para o diagnóstico de disfunções sexuais. Este estudo vem contribuir para a perceção dos efeitos dos Pensamentos Negativos Repetitivos no Distress Sexual, focando-se na componente mal adaptativa da preocupação e ruminação, de forma a perceber se os Pensamentos Negativos Repetitivos estão associados ao Distress Sexual. Utiliza-se uma amostra total de 173 participantes, que foi dividida em duas subamostras: com perceção de problemas sexuais (Subamostra 1), composta por 41 participantes, com uma média de idades de 41.46 anos, e com relações amorosas em média com 10.5 anos, e sem perceção de problemas sexuais (Subamostra 2), composta por 132 participantes com média de idades de 43.15 anos, e com relações amorosas em média com 8.22 anos. Os participantes responderam a um questionário na plataforma Qualtrics, e os dados obtidos foram analisados através do SPSS. Primeiramente, foi realizada análise de correlação de Pearson, e de seguida foram realizadas uma regressão linear. Os resultados indicam que em quem tem perceção de problemas sexuais existe uma elevada associação entre os Pensamentos Negativos Repetitivos e o Distress Sexual, enquanto para quem não tem perceção de problemas sexuais não se encontrou essa associação. Estes resultados indicam que a utilização da abordagem transdiagnóstica para intervir no Distress Sexual pode ser adequada, sustentando empiricamente o desenvolvimento de estudos futuros com este enquadramento teórico. Palavra-chave: Distress Sexual; Pensamentos Negativos Repetitivos; abordagem transdiagnóstica
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    Empowering care : navigating the role of portuguese family doctors in sexual medicine
    (2024) Rodrigues, Ana Margarida Mendes Guilherme; Escola de Psicologia e Ciências da Vida; Pascoal, Patrícia M.; MARQUES, JOÃO NUNO TOMADA
    A saúde sexual (SS) é fundamental à qualidade de vida, sendo foco da intervenção da Medicina Sexual (MS). Dentro do Serviço Nacional de Saúde, os Médicos de Família (MF) garantem cuidados abrangentes numa ação biopsicossocial. O objetivo deste estudo exploratório foi investigar perceções dos MF acerca do seu papel na MS e como otimizá-lo. Utilizou-se um design qualitativo on-line transversal, recolhendo-se uma amostra de 73 MF. Analisaram-se os dados através de análise sumativa de conteúdos. Estabeleceram-se três categorias sobre como os MF percecionam o seu papel na MS: “Protagonista”, “Antagonista” e “Circunstancial”. Identificaram-se duas categorias sobre como este poderia ser otimizado: “Legitimar a Saúde Sexual” e “Aumentar o Desenvolvimento Profissional”. Os MF reconhecem-se como gestores institucionais e cuidadores abrangentes, recorrendo a tarefas familiares para exercer num contexto condicionado. Melhorar o seu papel significaria investir em formação, expedir recursos, criar diretrizes detalhadas e sensibilizar profissionais e utentes para lá da perspetiva biomédica. Os resultados salientam a necessidade de ação institucional para reforçar o papel crucial dos MF na MS, garantindo uma utilização eficaz dos recursos e uma resposta holística e consistente em SS, melhorando o cuidado geral aos utentes e sinalizando a SS como uma prioridade nos cuidados de saúde primários.
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    O papel mediador da autorrevelação sexual na relação entre a expressão de sentimentos e a satisfação sexual em adultos heterossexuais
    (Konrad Lorenz Editores, 2019) Pascoal, Patrícia M.; Lopes, Catarina R.; Rosa, E. Pedro J.; HEI-LAB (FCT) - Digital Laboratories for Environments and Human Interactions
    O objetivo de deste estudo foi testar um modelo de mediação da expressão de sentimentos e a satisfação sexual via autorrevelação, enquanto processo, é uma variável mediadora significativa da associação entre a expressão de sentimentos e a satisfação sexual. A amostra deste estudo foi constituída por 564 participantes (370 mulheres, 65,60%), cisgénero, heterossexuais, numa relação diádica de exclusividade e compromisso. Foram testados dois modelos: um modelo de mediação simples e um modelo de mediação moderada, sendo este último usado para testa a influência do género no modelo de mediação. Os resultados demonstraram que, globalmente, homens e mulheres apresentaram valores médios idênticos na autorrevelação sexual e satisfação sexual; se contudo, na expressão de sentimentos, as mulheres apresentaram valores significativamente superiores. A expressão de sentimentos revelou-se uma variável preditora significativa da satisfação sexual e a autorrevelação sexual como uma variável parcialmente mediadora do modelo. No entanto, o género não modera a expressão de sentimentos e a autorrevelação. O presente estudo demonstra que a expressão de sentimentos e a autorrevelação sexual são importantes aspetos da satisfação sexual de ambos os géneros.
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    Sexual distress with partnered face-to-face sexual activity : an exploratory qualitative study with heterosexual cis people who seek and 2 do not seek professional help
    (Frontiers Media SA, 2025-08-06) Pascoal, Patrícia M.; Andersson, Gerhard; Fischer, Vinicius J.; Manão, Andreia A.; Oliveira, Cátia; Raposo, Catarina F.; Rosa, Pedro J.; Roberto, Magda Sofia; Santos, Graça; Tomada, Nuno; Giraldi, Annamaria; HEI-LAB - Human Environment Interaction Lab; EPCV - School of Psychology and Life Sciences
    Introduction: Sexual distress is interrelated with mental health and relationship quality and is fundamental for establishing a diagnosis of sexual dysfunction, even though it also affects people who do not seek professional clinical help. Research on sexual distress related to partnered sexual activity is limited, and no comprehensive model exists to guide research or clinical interventions. We conducted an online cross-sectional qualitative study to: 1) explore the reasons why people experiencing sexual distress in partnered face-to-face sexual activity do not seek professional clinical help; 2) analyze the experiences of participants’ of sexual distress in partnered sexual activity; 3) reflexively compare the experiences reported by participants who seek and do not seek professional help; and 4) reflexively compare experiences across genders. Methods: We performed reflexive thematic analysis on 438 heterosexual people answers (Mage = 41.06, SD = 12.19), including 306 women (69.7%) and 132 men (30.1%). Results: Most participants (54.1%) had not sought professional clinical help but wanted to do so. Some participants (13.2%) expressed a desire for clinical consultations but reported financial or time constraints. Using the reflexive thematic analysis on the qualitative data provided, we created three themes: (1) Sexual (dys)function (It’s the function), which focuses on sexual function and lack of pleasure; (2) Intimacy dynamics (It’s us!), which discusses relationship challenges; (3) Intrapersonal struggles (It’s me!), which highlight individual factors, some influenced by social messages. Comparison across groups revealed that people who sought professional clinical help emphasise genital function and negative emotions, and women highlighted experiencing sexual pain, while men emphasised desire discrepancies and erectile disorder. Discussion: Our results demonstrate that difficulties related to sexual pleasure and with penetrative sex are important sources of distress in partnered sexual activity, which is in line with DSM and ICD frameworks of sexual dysfunction. Participants’ accounts show that pre-existing psychological characteristics, partnered communication, cognitive, and emotional factors are key factors to shape the experience of sexual distress related to sexual dysfunctions. This has implications for clinical work as interventions should target transdiagnostic individual factors that may not be sexual specific (e.g., repetitive negative thinking) as well as couple-level factors (e.g., communication). Internet-based integrative therapies directed at these factors may be a promising venue for those who experience sexual distress with partnered sexual activity and are reluctant to seek in-person sexual healthcare.
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    Versão portuguesa da escala de autonomia sexual : estudo de validação cruzada com uma amostra comunitária
    (2024) Carvalho, Ana Carolina Carmo; Escola de Psicologia e Ciências da Vida; Rosa, Pedro Joel Mendes; Pascoal, Patrícia M.
    A autonomia sexual é um constructo fundamental para a saúde mental. No entanto, a disponibilidade de escalas validadas para a língua portuguesa é ainda limitada. Este trabalho teve como objetivo a validação da versão Portuguesa da Escala de Autonomia Sexual (EAS). Participaram neste estudo 529 voluntários, através de uma amostragem bola de neve, 50.47% (n = 267) do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 19 e os 74 anos (M = 33.84; DP = 8.71). Os resultados revelaram uma adequada validade e fiabilidade da EAS. O fator latente explicou 59.69% da variância total, sugerindo a unidimensionalidade da escala. Verificamos uma consistência interna aceitável da escala na amostra de calibração (? = .65; ? = .67) e na amostra de validação (? = .62; ? = .67). Verificamos que a autonomia sexual se correlacionou positivamente com a medida de prazer e de autorrevelação sexual, sugerindo a importância da comunicação e autonomia na promoção de relações mais saudáveis, inclusivamente na esfera sexual, contribuindo para a saúde mental. Apesar das limitações ao nível da amostragem, os resultados apontam para a autonomia sexual como sendo um construto relevante para a saúde mental, podendo contribuir para experiências sexuais mais saudáveis e positivas. Palavras-chave: Autonomia sexual; estudos de validação
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    What are sexual rights? : a thematic analysis of portuguese people’s definitions
    (2024) Cordeiro, Filipa Lopes; Escola de Psicologia e Ciências da Vida; BEATO, ANA FILIPA GORDINO; Pascoal, Patrícia M.
    Os direitos humanos são quase unânimes a nível mundial, mas os direitos sexuais continuam a ser considerados uma área cinzenta. Direitos sexuais podem ser definidos como direitos humanos aplicados à sexualidade, mas as definições variam entre organizações. O objetivo deste estudo foi explorar as definições e perceções do que são direitos sexuais por adultos Portugueses através de um questionário qualitativo online. Os 148 participantes (n=148, 19-75 anos) responderam à questão “Na sua opinião, o que são direitos sexuais?”. Os dados foram analisados através de análise temática reflexiva, e foram conceptualizados três temas: “Governo e Sociedade”, “Experiência da própria pessoa” e “Território Desconhecido”. Estes temas referem-se a fatores externos e sociais (e.g., a implementação de direitos humanos, ou o contexto social que rodeia o individuo); fatores internos (e.g. identidade e limites da própria pessoa), e outros fatores que podem colocar em perigo os direitos sexuais (e.g. violência e o conservadorismo) ou tornar a sua definição e implementação mais difícil pela falta de consenso sobre o que constitui esses direitos. Os participantes deram maior enfase aos cuidados de saúde, educação, proteção legal, liberdade, autonomia, identidade e consentimento, o que corresponde na generalidade às diferentes declarações de direitos sexuais encontradas na literatura. Palavras chave: direitos sexuais, direitos humanos, saúde sexual, análise temática
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    What is sexual pleasure? : non-monogamous people’s definitions
    (2024) Henriques, Carolina Caeiro; Escola de Psicologia e Ciências da Vida; Pascoal, Patrícia M.; Cardoso, Daniel
    O prazer sexual é um indicador relevante do bem-estar sexual. Tem sido frequentemente associado a outros constructos como o orgasmo, a satisfação e o próprio bem-estar. No entanto, todos estes são aspetos individuais da vida sexual das pessoas, e cada um merece ser explorado de forma independente. As definições de prazer sexual têm sido baseadas em visões teóricas de especialistas, deixando de lado as experiências pessoais de prazer sexual das pessoas. Além disso, os estudos sobre este tema parecem centrar-se principalmente nas relações diádicas. O objetivo deste estudo foi compreender a definição de prazer sexual partilhado numa amostra de pessoas que se envolvem em relações consensualmente não monogâmicas (CNM) através de uma análise temática reflexiva. Para o efeito, foram selecionados 96 participantes de um estudo maior, de acordo com a sua configuração relacional. Através de uma análise temática reflexiva, identificámos cinco temas: "Zona de Conforto"; "Ligação Emocional"; "Práticas Gratificantes"; "Sensações Relevantes"; e "Abertura à Experiência". Os nossos resultados reforçam uma visão multidimensional e holística do prazer sexual, dada a diversidade de fatores mencionados pelos nossos participantes nas suas respostas. Segurança, comunicação, conexão, satisfação, práticas específicas e exploração estão entre as respostas mais frequentes. Os resultados corroboram as definições anteriores de prazer sexual, ao mesmo tempo que fornecem uma abordagem mais específica e complexa sobre este constructo. Embora a nossa amostra inclua apenas pessoas que se envolvem em relações de CNM, não houve menções a práticas específicas deste tipo de configuração relacional. Palavras-chave: prazer sexual, não-monogamia consensual, análise temática
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