O perigo das coisas consideradas normais : sistemas abstractos

dc.contributor.authorGinjeira, Francisco
dc.contributor.institutionFaculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
dc.date.issued2010
dc.descriptionFluxos e Riscos : Revista de Estudos Sociais
dc.description.abstractÀ modernidade está ligada uma “tecno-dependência” que inexoravelmente se integra na normalidade das sociedades. Sem esta tecnologia que dá sentido civilizacional aos nossos modos de vida, teríamos vidas diferentes, talvez menos perigosas. O contacto diário com sistemas cada vez mais complexos exige uma formação permanentemente adequada, como resposta aos cenários de elevados riscos provocados pela tecnologia com que nos confrontamos no quotidiano, presente e futuro. À ameaça natural e ambiental, sob a qual vive toda a humanidade, acresce, ainda, com grande relevância a dos sistemas abstractos, como por exemplo, as empresas distribuidoras de gás que põem em casa das pessoas a matéria inflamável. No entanto, estas empresas descartam a responsabilidade das explosões em residências, na maioria dos casos, culpando o cliente pela deficiente utilização do sistema. A responsabilidade do acidente é assim passada para a vítima, ou seja, para o cliente. Ficando, quase sempre, tudo resumido à culpabilização da vítima.pt
dc.description.abstractModern times are connected with a certain “techno–dependency” which is relentlessly linked to normality in human societies. Without this technology which determines our civilized way of life, we would have different lives, perhaps less dangerous. The daily contact with complex systems demands a continuous and adequate training to face high risky scenarios caused by technology which we face currently, in the present and in the future. Above natural and environmental threats – which menace all humanity – sums with great importance, abstract systems, like gas companies which provide the inflammable substance to consumers’ homes. Nevertheless, those companies refute any liability for house explosions, blaming their clients, in most of the cases, for wrong use of the system. Under these terms accidents’ responsibility is passed to the victim, the client. Almost every time the culpability remains on the victim.en
dc.description.statusNon peer reviewed
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier.citationGinjeira , F 2010 , ' O perigo das coisas consideradas normais : sistemas abstractos ' , Fluxos e Riscos : Revista de Estudos Sociais .
dc.identifier.issn1647-6131
dc.language.isopor
dc.publisherEdições Universitárias Lusófonas
dc.relation.ispartofFluxos e Riscos : Revista de Estudos Sociais
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMODERNIDADE
dc.subjectTECNOLOGIA
dc.subjectRESPONSABILIDADE
dc.subjectMODERNITY
dc.subjectTECHNOLOGY
dc.subjectRESPONSIBILITY
dc.titleO perigo das coisas consideradas normais : sistemas abstractospt
dc.typearticle

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