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Percorrer por autor "Primo, Judite Santos"

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    Apresentação
    (Lusofona University, 1999) Primo, Judite Santos; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
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    Beyond Mirrors : research pathways (CeiED 2013-2017)
    (Edições Universitárias Lusófonas, 2018) Costa, Carlos Smaniotto; Bovelet, Jan; Dolata, Kai; Menezes, Marluci; Moutinho, Mário Caneva; Primo, Judite Santos; Rechena, Aida; Brás, José Gregório Viegas; Gonçalves, Maria Neves L.; Robert, André; Martins, Ernesto Candeias; Teodoro, António; Carita, Ana; Cau, Moisés Manuel; Mofate, Óscar; Duarte, Rosa Serradas; Figueira, Eduardo Álvaro do Carmo; Jesus, Teresa de; Martins, Jorge; Vale, Ana; Mouraz, Ana; Martins, Alcina Manuela de Oliveira; Coimbra, Nazaré Trigo; Cavadas, Bento; Correia, Ana Maria; Fernandes, Clara; Maia, João Sampaio; Alves, Carla Dimitre Dias; Correia, Sónia Vladimira; CeiED - Interdisciplinary Research Centre for Education and Development; FPED - Faculty of Psychology, Education and Sport
    Every book has a story. This collective work has its own, as is only to be expected. It was born out of the criticism levelled by Carlos Alberto Torres, who, as member of the External Monitoring and Advisory Committee of the Centre for Interdisciplinary Studies on Education and Development (CeiED), called our attention to the limited knowledge each of us has on the work, scientific concerns, theoretical frameworks used by everyone else in the unit. Accepting this critical observation, it was then decided, along with other options, to edit two collections of a selection of papers, both in Portuguese and English, published by the CeiED researchers in the period between 2013 and 2017. The present volume represents the collection of papers originally published in English.
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    Os desafios contemporâneos na investigação em sociomuseologia
    (Lusofona University, 2019) Primo, Judite Santos; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    No contexto da Museologia a Investigação Científica vem, nas últimas décadas, a ganhar maior importância a medida em que os temas e as abordagens se conectam com as realidades sócio- culturais e político-económicas. O presente artigo aborda a investigação no campo da Sociomuseologia e como esta se articula com alguns dos desafios da contemporaneidade e quais a s suas articulações com os contextos locais e internacionais. Visa, então, uma maior compreensão das problemáticas que impactam na sociedade contemporânea e consequentemente na área da Museologia. Ao longo das últimas décadas a mudança no setor da Museologia influenciou diretamente a investigação em Sociomuseologia tanto na amplitude das abordagens e das temáticas tratadas, como em novas preocupações que retroalimentam os trabalhos realizados. O artigo terá como base de reflexão a reflexão e a prática da Museologia ibero-americana, mas sempre que possível partindo de uma compreensão de um contexto mais abrangente.
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    Desenho urbano elementos de análise morfológica
    (Edições Universitárias Lusófonas, 2007) Mateus, Diogo; Primo, Judite Santos; Moutinho, Mário Caneva; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da Informação
    Publicação final do Projecto de investigação "Princípios elementares de morfologia urbana"
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    A documentação museológica num museu local: algumas considerações
    (Lusofona University, 1999) Primo, Judite Santos; Rebouças, Daniella; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    A museologia contemporânea tem sido repensada principalmente a partir da década de 70 devido a contribuição das ciências sociais e educativas que em muito fortaleceram a busca de um desenvolvimento técnico e científico. Esse tem sido um processo da maior importância para todas as ciências: de um lado a antropologia trabalhando com o conceito de cultura e bem cultural de forma mais abrangente, sem discriminar nenhum segmento social e de outro a pedagogia pondo em discussão a educação dialógica e participativa na qual o homem é entendido como sujeito histórico. Com as transformações da sociedade revelou-se mais evidente a necessidade de um fazer museológico de maior intervenção social. Oficialmente essa museologia participativa e comunitária legitima-se através de documentos como a Mesa Redonda de Santiago no Chile, Declaração de Quebec e a Declaração de Caracas, documentos fundamentais para a compreensão da museologia actual na medida que traduzem mudança do Pensamento Museológico contemporâneo. Mudanças que podem ser percebidas, de modo a melhor compreender a forma como o homem se relaciona com o bem cultural; o património cultural que passa a ser trabalhado não só por suas características físicas mas também por toda uma gama de informação que está para além destas e uma nova conceituação de museu e de museologia.
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    Documentos básicos de museologia : principais conceitos
    (Lusofona University, 2007) Primo, Judite Santos; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    O conceito de Património cultural ganhou nas últimas cinco décadas, novos e alargados significados, fazendo com que as motivações sociais acerca do património e seus entendimentos fossem se alargando e intensificando, não apenas entre os técnicos e especialistas das diferentes áreas de actuação, mas também a outros sectores da sociedade. Durante toda a primeira metade do século XX, as acções de preservação e de pertença do património cultural, no que tange às referências arquitectónicas, centravam-se, quase que exclusivamente, na preservação dos edifícios/ monumentos que detivessem significados históricos, de unicidades/ raridades, de antiguidade e sobretudo de urbanidade; no que tange as referências museológicas, a preservação estava voltada para as referências materiais e móveis do património cultural.
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    Documentos básicos de museologia: principais conceitos
    (Lusofona University, 2011) Primo, Judite Santos; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    O conceito de Património cultural ganhou nas últimas cinco décadas, novos e alargados significados, fazendo com que as motivações sociais acerca do património e seus entendimentos fossem se alargando e intensificando, não apenas entre os técnicos e especialistas das diferentes áreas de actuação, mas também a outros sectores da sociedade. Durante toda a primeira metade do século XX, as acções de preservação e de pertença do património cultural, no que tange às referências arquitectónicas, centravam-se, quase que exclusivamente, na preservação dos edifícios/ monumentos que detivessem significados históricos, de unicidades/ raridades, de antiguidade e sobretudo de urbanidade; no que tange as referências museológicas, a preservação estava voltada para as referências materiais e móveis do património cultural.
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    The importance of local museums in Portugal
    (Lusofona University, 2007) Primo, Judite Santos; FCSEA - Faculty of Social Sciences, Education and Administration
    The widening of the notion of heritage and the consequent redefinition of the “museological object”, the idea of community participation in the definition and management of the museological practice, museology as a development factor, the issues of interdisciplinarity, the use of “new technologies” of information and museography as an autonomous communications means, are examples of issues resulting from contemporary museological practices. If indeed museology in Portugal intends to continue to participate in international museology’s renovation process, it is evident that it must adequately (re)think theoretical and practical museology so as to meet the new demands…
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    A importância dos museus locais em Portugal
    (Lusofona University, 2006) Primo, Judite Santos; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    A intervenção comunitária no desenvolvimento em Portugal tem uma forte sustentação nas políticas de intervenção a nível local, estabelecendo permanentemente uma relação estrutural entre cultura e desenvolvimento. Neste sentido, os museus locais que, num passado recente, eram encarados como factores menores na política cultural oficial, são hoje reconhecidos pela União Europeia como elementos essenciais dessa mesma política. Aqui, reencontramos os princípios orientadores dos documentos “fundadores” da estrutura teórica da nova museologia como suporte das orientações comunitárias.
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    A museologia e a construção de sua dimensão social: olhares e caminhos
    (Lusofona University, 2018) Chagas, Mário de Souza; Primo, Judite Santos; Assunção, Paula; Storino, Cláudia; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    Olhar para a museologia, de modo especial, para a denominada museologia social ou sociomuseologia, conversando com ideias e noções que podem ser consideradas óbvias, mas que, talvez, examinadas por outro ângulo, tenham algo de novo a oferecer, faz parte dos objetivos do presente texto. Além disso, é pertinente perguntar: o óbvio é óbvio para quem? Não raro, aquilo que parece óbvio para determinados grupos de especialistas, pode não ser óbvio para uma grande maioria de pessoas. É neste sentido que peregrinando pela obviedade, afirma-se que a museologia social ou sociomuseologia não surgiu do nada e também não é o resultado de intelectuais iluminados que retiraram de si mesmos, de suas essências a luz museal ou museística que haveria de iluminar o mundo; ao contrário, surgiu de amplos debates e embates, de um acúmulo de tensões, críticas, enfrentamentos, vivências, reflexões e práticas que impactaram a museologia e os museus que do século XIX, projetaram-se no século XX, sem que seus paradigmas tivessem sido submetidos a uma análise crítica. Em outros termos: a museologia social ou sociomuseologia não é o resultado de uma construção teórica que quer, a todo custo, de cima para baixo, enquadrar os museus e as diferentes formas de pensar e praticar a museologia aos seus ditames técnicos, científicos, artísticos e filosóficos; ao contrário, trata-se de uma construção que resulta de um contexto histórico específico, que não tem e não quer ter um caráter normativo e que apresenta respostas singulares para problemas também singulares e que, sobretudo, assume explicitamente compromissos políticos e poéticos.
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    Museologia e design na construção de objectos comunicantes
    (Edições Universitárias Lusófonas, 2006) Primo, Judite Santos; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da Informação
    Este texto apresenta reflexões baseadas nos conceitos de museologia social/nova museologia e de processo museológico, considerando-os como suporte para motivar e estimular as práticas museológicas, nomeada mente a expo - grafia como processo de comuni cação autónoma em relação à acção estrita mente museal. É destacada a importância da participação activa dos actores sociais inseridos nos processos expográficos e museológicos que buscam métodos inovadores e alternativos de comunicação.
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    Museus locais e ecomuseologia : estudos do projecto para o Ecomuseu da Murtosa
    (Edições Universitárias Lusófonas, 2008) Primo, Judite Santos; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    O presente estudo tem por objectivo contribuir para a compreensão do entendimento do conceito de Ecomuseologia baseado na análise do projecto do Ecomuseu da Murtosa. Esse projecto foi elaborado pelo Centro de Estudo de Sociomuseologia da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Essa dissertação trabalha com os seguintes aspectos: . A contextualização da acção museológica do ponto de vista do património, com referência ao planeamento local e regional; . O estudo da realidade dos museus locais portugueses baseada na teoria museológica contemporânea e nas políticas da Comunidade Europeia para o desenvolvimento do património; . A análise do Projecto do Ecomuseu da Murtosa em relação as políticas da comunidade europeia, aos conceitos de serviços do ecomuseu, e ao papel do ecomuseu com relação as actividades educacionais e patrimoniais. O estudo também apresenta os princípios nos quais o planeamento dos ecomuseus podem ser desenvolvidos no contexto da administração local. (Dissertação de Mestrado em Museologia, em 2000)
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    Museus Locais: Fronteiras Reais e Imaginária
    (Lusofona University, 2016) Primo, Judite Santos; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    O nosso enfoque será para sinalizar uma possível compreensão do que representa o museu da e na contemporaneidade. Quer se trate de museus tradicionais, quer se trate de museus locais que se reconhecem no cerne da Sociomuseologia, encontraremos sempre a ideia de patrimonialização, de cenarização, de teatralização, de apresentação pública de bens culturais, de processos educativos mais ou menos formais. Encontraremos também a socialização das referências de património e memória coletiva, no contexto do território de grupos sociais determinados, que dão forma à lógica própria dos museus entendidos e assumidos como narradores.
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    Museus, hibridação cultural e novas territorialidades
    (Lusofona University, 2013) Primo, Judite Santos; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    O texto procura apresentar as relações ente as noções diferenciadas de Estado, ao longo do período moderno e pós-moderno, e o lugar e o papel ocupado pelos museus. Salientar a importância que o contexto político, social, educativo e cultural teve na construção do museu como espaço público na Europa e em consequência na generalidade dos países ocidentais desde a revolução francesa até aos nossos dias. Na contemporaneidade as noções de património e seus processos, identidade, socialização, teatralização, comunicação e educação fazem parte do universo museológico quer se trate de museus tradicionais quer se trate de museus socialmente comprometidos. Face aos processos de globalização e hibridação cultual, os museus são palcos para as discussões sobre as problemáticas de territorialidade, novas categorias de patrimónios bem como novos entendimentos acerca dos utilizadores/beneficiários da instituição museu.
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    Olhares biográficos em museologia: os desafios da intersubjetividade
    (Lusofona University, 2015) Primo, Judite Santos; Leite, Pedro Pereira; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    Neste artigo propomos uma reflexão sobre uso de objetos biográficos na museologia, como um processo de produção e inclusão de saberes na sociedade. A renovação teórica da abordagem sociomuseológica, um processo que tem vindo a serconduzido pelo MINOM e por várias universidades, é fundado nas premissas teorias de adequação das estruturas e processos museológicos aos ritmos e às necessidades das sociedades contemporâneas. A globalização tem vindo a influenciar a abertura das organizações e processos ao meio que as envolvem, numa relação íntima com as comunidades e os territórios, que passam a estar integrados nas suas diversidades. Neste movimento transformador emergem novos objetos museológicos que provocam uma necessidade de elaborar e esclarecer relações, noções e conceitos que dão conta destes processos. Através destes novos objetos rasgam-se novas perspetivas de investigação e ação que reatualizam metodologias e renovam a ação das organizações museológicas e patrimoniais. Estas novas narrativas permitem a adequação e um ajustamento dos processos museológicos aos processos sociais onde ocorrem. Esta busca de conformidade pode emergir a partir duma postura crítica, incluindo as histórias de vida e as narrativas biográficas como propostas de investigação-ação museológicas numa dupla perspetiva. O de resgate dos saberes das comunidades e a sua mobilização como construção de sentidos de ação social. O desafio colocado pela intersubjetividade facilita a adequação das práticas museológicas às sociedades em transformação, fazendo intervir as comunidades como agentes de construção dos sentidos da ação. Através delas os museólogos transformam-se em mediador de saberes mestiços.
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    Património, política cultural e globalização em contexto museal
    (Edições Universitárias Lusófonas, 2008) Primo, Judite Santos; Centro Universitário Lusófona - Lisboa
    O presente texto pretende avaliar em que medida uma política cultural comprometida com o seu contexto histórico e social pode inserir em suas acções a problemática da cultura, local e global e do património como suporte para diferentes modelos de políticas setoriais. Discute acerca da trama de relações que interligam a política e o território com as problemáticas contemporâneas da cultura, do património e da museologia. Neste contexto a cultura se transforma num instrumento de desenvolvimento territorial e as despesas públicas culturais passam a ser entendidas como um investimento e o património como recurso para a revitalização económica e social.
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    Pelos caminhos da Museologia e da Educação : sociomuseologia, cidadania e diversidade cultural
    (Lusofona University, 2022) Primo, Judite Santos; Soto, Moana; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    Este texto apresenta relações intrínsecas entre as áreas da Museologia e da Educação, tendo por base o referencial teórico da UNESCO que alicerçam essas conexões. Estabelece o diálogo com o projeto “Educação para o século XXI”, baseado em quatro pilares fundamentais para a promoção do desenvolvimento cognitivo e social dos seres humanos; e, reflete sobre os impactos de uma educação alicerçada por um novo “contrato social” que permitirá redesenhar um futuro que promova, coletivamente, mudanças socio-políticas-educativas-culturais. Trata-se de um ensaio sobre o papel e a influência do educador brasileiro Paulo Freire na área da museologia, por meio das ações educativas e dos processos museológicos socialmente comprometidos com a emancipação popular. São apresentadas algumas das atividades de Investigação, Desenvolvimento e Reciprocidade de Saberes realizadas pela Cátedra UNESCO-ULHT “Educação, Cidadania e Diversidade Cultural” no ano de 2021. Este período que coincide com as comemorações internacionais do centenário de nascimento de Paulo Freire, permite refletir como o campo da museologia tem reimaginado a práxis freireana em seus processos, territórios de intervenção e projetos educativos.
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    Pensar contemporaneamente a Museologia
    (Lusofona University, 1999) Primo, Judite Santos; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    No presente trabalho pretendemos analisar cinco documentos básicos que traduzem o Pensar Museológico no nosso século e que, principalmente, levaram os profissionais da área a aplicar esta “ciência” de forma menos hermética e a entender a sua prática. A opção em estuda-los e analisa-los, deve-se ao facto destes documentos influenciarem a prática e o pensar museológico actual. É impossível, nos dias actuais, falar de museologia sem referir um destes documentos, até mesmo porque estes levaram a elaboração de vários outros documentos, isso sem falarmos de algumas nações que até mesmo modificaram e/ou criaram leis especificas para a gestão da sua política cultural, preservacionista. De qualquer modo, temos consciência que este trabalho apenas se propõe fazer uma abordagem preliminar dos documentos, na medida em que a riqueza de seu conteúdo permitiria que nos atardassemos sobre toda uma infinidade de questões que eles levantam.
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    O social como objecto da museologia
    (Lusofona University, 2014) Primo, Judite Santos; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    A noção do social passou a ganhar forma como objeto de estudo da museologia a partir dos anos de 70 do século XX. As transformações socias, políticas, culturais, educativas e económicas que se desencadearam ao longo da segunda metade do século XX foram motores para as mudanças no campo teórico-metodológico da Museologia. O Movimento de Nova Museologia ganhou força em quase todo o mundo Ocidental, propondo e realizando ações e interações museológicas que objetivava a transformação do Museu- Templo para a consolidação do Museu-Fórum (Cameron, 1971), convocando os sujeitos sociais a resistirem aos determinismos da História dos heróis e do passado glorioso e a intervirem ativamente em prol de um presente social e culturalmente transformador.
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    O sonho do museólogo : a exposição: desafio para uma nova linguagem museográfica
    (Lusofona University, 1999) Primo, Judite Santos; Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração
    Julgamos que é um dado adquirido que na entrada dos museus existe um número excessivo de proibições e, essa característica nas instituições museológica sempre foi algo que me incomodou profundamente. Visitando durante um final-de-semana vários museus, tornou-se assim mais evidente que em todos eles havia logo na porta principal um cartaz que enumerava tudo que o visitante não podia fazer, entre a listagem de proibições estavam: “não correr, não fotografar, não comer dentro das salas de exposições, não tocar, não gritar”. Após o sexto museu visitado, comentei com um amigo que o ideal de todo museólogo era colocar o visitante dentro de uma vitrina, só assim conseguiriam proteger seus acervos.
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