Caleidoscópio - Revista de Comunicação e Cultura
URI permanente para esta coleção:https://hdl.handle.net/10437/15644
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Item type: Item , Ecodesign : uma ferramenta para a sustentabilidade(Edições Universitárias Lusófonas, 2006) Santos, Amilton; Marques, Fernando Miguel; Rosendahl, Stefan; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoPara enfrentar os problemas do ambiente, a indústria vê-se desafiada a encontrar soluções de forma a minimizar o impacto ambiental dos seus produtos. Os consumidores estão cada vez mais sensíveis à compatibilidade ecológica dos bens de consumo. O ecodesign é uma das soluções mais credíveis para estas preocupa - ções. Para ilustrar o artigo apresentam-se alguns projectos desenvolvidos por alunos do curso de Design (na disciplina de Ecologia e Reciclagem) da ULHT.Item type: Item , Fernanda Câncio, Geração Modelo, Olhem para Mim, Publicações D. Quixote, Cadernos de Reportagem, 2003(Edições Universitárias Lusófonas, 2005) Pina, Sara; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoItem type: Item , Recensões: Willliam Leiss, Stephen Kline, Sut Jhally & Jacqueline Botterill (2005) Social Communication in Advertising – Consumption in the Mediated Marketplace. New York: Routledge, 683 pp.(Edições Universitárias Lusófonas, 2007) Jorge, Ana Margarida Ferreira Rato; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoItem type: Item , Os media e a Europa : o sistema mediático da união, a sociedade civil e a identidade europeia(Edições Universitárias Lusófonas, 2005) Correia, J. M. Nobre; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoO alargamento da União Europeia de quinze a vinte e cinco Estados membros suscita numerosas interrogações sobre a coerência e a viabilidade de um tal projecto. Contudo, há quem considere que os media poderão assumir um papel importante nesta matéria, favorecendo a construção de uma sociedade civil e de uma identidade europeias vigorosas. A fragmentação da paisagem mediática europeia e a dimensão norte-americana dos media transnacionais provocam porém um certo cepticismo…Item type: Item , Pedófilos na televisão e vampiros na sociedade : breve análise do tratamento mediático do caso Casa Pia(Edições Universitárias Lusófonas, 2005) Baptista, Carla; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoA cobertura mediática do Caso Casa Pia serve, neste artigo, de ponto de partida para uma reflexão sobre a lógica narrativa que se tornou dominante na televisão generalista portuguesa. A avaliação da importância de um acontecimento passou a fazer-se, não em função de critérios jornalísticos – tradicionalmente designados por valores notícia – mas pela capacidade de gerar «estórias» com ingredientes dramáticos e cénicos fáceis de explorar pela linguagem televisiva.Item type: Item , Jornalismo televisivo na internet : emergência e desafios(Edições Universitárias Lusófonas, 2011) Catalão, Daniel; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoNum momento em que o vocábulo “convergência” se tornou num chavão, é de todo desejável refletir, analisar a situação atual e desenhar caminhos de futuro para a integração do jornalismo televisivo no espaço Web. Vivemos hoje, ainda, uma era de proto Web TV. A propalada convergência não é mais do que a simples transposição de conteúdos do meio televisivo tradicional para o meio Internet. Esta fase imberbe é muito comparável à génese do jornalismo online, onde o papel se lia no ecrã do computador. O que as televisões fazem atualmente é uma mera transposição de conteúdos. O que existe é a recreação do dispositivo de televisão no ecrã do computador, quando o desejável é uma metamorfose gerada por novas literacias inerentes a uma plataforma que privilegia a interatividade. Ensina-nos a história que o aparecimento de cada meio adota as práticas do antecessor, mas acaba por evoluir tirando partido das capacidade tecnológicas geradas pelo dispositivo em causa, o que, inevitavelmente, gera novas literacias e novas dimensões de linguagem com mecanismos próprios codificadoresdescodificadores. As atuais televisões Web são, aliás, exemplo vivo de como nos encontramos ainda na proto-história. Elas não são mais do que a recreação em computador do meio tradicional hertziano. Afigura-se, portanto, como vital, neste momento, construir uma gramática que oriente a comunicação jornalística televisiva num ambiente de novas plataformas digitais proporcionadas pela Internet, porque há uma nova dimensão de descodificação que exige um esforço semiótico inovador por parte dos emissores.Item type: Item , O jornalismo literário : ou a imprensa veículo da literatura moderna(Edições Universitárias Lusófonas, 2005) Sòria, Enric; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoLiteratura e jornalismo é igualmente o tema focado no ensaio intitulado. Através de um longo percurso histórico por diversos géneros jornalísticos e literários, Sòria considera que a «idade de ouro» do jornalismo literário se situa no século XX, «especialmente no período que vai desde a belle époque até à Segunda Guerra Mundial». De entre vários nomes consagrados da literatura que colaboraram nos jornais, salienta nomes como os de Unamuno, Gide, Borges ou Pavese.Item type: Item , As análises institucionalistas nas organizações e o conceito de "institucional"(Edições Universitárias Lusófonas, 2002) Andrade, Rogério Ferreira de; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoA apreensão global desse vasto campo de estudos que designamos por teorias e análises institucionalistas revela-se tarefa difícil, senão mesmo impossível. W. Richard Scott diagnostica muito bem a situação quando afirma que “embora haja alguns temas recorrentes e básicos (…) nas actuais teorias institucionais das organizações, quando alguém anuncia que está a desenvolver uma análise institucional a questão seguinte é: usando que versão?” (Scott, 1987: 501). Por essa razão, iremos passar em revista os seguintes pares de distinções (ou tensões) que operam no campo institucionalista, o estruturam e lhe dão vigor: a) organizações e instituições; b) institucionalismo e neo-institucionalismo; c) ambientes técnicos e ambientes institucionais das organizações; d) micro e macro-institucionalismo; e) actores individuais e actores colectivos da institucionalização; f) instituições e extituições. Em todos estes pares de distinções acabaremos por nos referir, directa ou indirectamente, aos aspectos simbólicos das organizações e dos seus ambientes, o que corresponde, afinal, aos nossos interesses actuais de investigação.Item type: Item , Branca de Neve e as imagens no escuro(Edições Universitárias Lusófonas, 2002) Viveiros, Paulo; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoPartindo de uma referência aos filmes Branca de Neve de João César Monteiro e O Quarto da Vanda de Pedro Costa, este texto procura reflectir sobre o que o cinema acrescenta aos filmes. Ou seja, se o cinema não é um meio neutro de simples narração de histórias ou de documentos sociais e pessoais, como é que ele se manifesta para além da «linguagem» da indústria e do seu autor? O que este texto pretende fazer sobressair é a importância da montagem e do som numa arte que ficou associada à imagem em movimento. Neste sentido, o texto é também uma panorâmica sobre algumas propostas teóricas sobre esses dois conceitos.Item type: Item , O Jornalismo e os limites da representação(Edições Universitárias Lusófonas, 2005) Neto, António Fausto; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoO texto reflecte, a partir do caso «Lula e o New York Times», os limites e as imposições do processo de enunciação dos discursos. Chama atenção para a importância que tem o âmbito da linguagem para a produção da actualidade jornalística, enfatizando que seu estatuto não se situa excludentemente no âmbito da cultura e dos valores relativos à produção da noticiabilidade. Os processos de produção de sentido são proferidos por estratégias discursivas em vários campos sociais. Mostra que o campo jornalístico é actor e paciente e finalmente, diz que o texto jornalístico além de condensar vários textos, é a instância quem controla os fluxos de sentidos uma vez que é quem profere o sentencimento da questão. Isso significa afirmar que apesar das manifestações de outros campos, subsiste a sentença jornalística que no seu próprio «fórum» faz permanecer as referências de suas convicções.Item type: Item , O que a máquina fez por (de) nós(Edições Universitárias Lusófonas, 2012) Ribeiro, Luís Cláudio; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoItem type: Item , Deleuze : Comunicação, controlo, palavra de ordem(Edições Universitárias Lusófonas, 2007) Cordeiro, Edmundo; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoEm alguns dos seus textos, Gilles Deleuze terá colocado em questão, por uma razão ou por outra, a comunicação. Identificou-a ao sistema do controlo e opô-la normalmente à criação – e opô-la tanto à filosofia quanto à arte. O que é que tudo isto quer dizer?Item type: Item , Qu’est-ce le cosmopolitisme? Ulrich Beck (2006)(Edições Universitárias Lusófonas, 2011) Macedo, Lurdes; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoItem type: Item , Recensões : Peppers, Don e Rogers, Martha, One to One B2B(Edições Universitárias Lusófonas, 2002) Vicente, Eugénia; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoHá muito que se fala do fim do Marketing tal como o conhecemos. A segmentação cada vez maior de mercados e clientes e a importância da customização, tornaram obsoletas a maior parte das abordagens do marketing de massas. A evolução da economia e das TI (tecnologias da informação) e as consequentes alterações que esse processo implicou na cadeia de valor das empresas, nomeadamente das organizações de grande dimensão, fez com que o B2C –Business to Customer – tenha deixado de fazer sentido para estas empresas. O advento da World Wide Web e o impacto que as tecnologias «interactivas» têm actualmente sobre a economia, provocou grandes alterações nas relações entre as organizações e os seus clientes. Ao Marketing de massas sucedeu-se a relação individualizada cliente a cliente, emergente no B2B – Business to Business –one to one, onde mais importante do que as vendas é o relacionamento com o cliente que assume particular importância, nomeada mente em ordem à sua transição para outras zonas de negócio, como a Internet.Item type: Item , Jogos de Simulação : no Jardim infantil a vida interna(Edições Universitárias Lusófonas, 2003) Gouveia, Patrícia; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoPartindo do pressuposto de que os jogos de computador são um território quase inexplorado em matéria de criação artística propõe-se uma reflexão sobre a possibilidade de uma contaminação estética no âmbito destes ambientes tecnológicos tão característicos da sociedade contemporânea. Através da referência a projectos já existentes que tentam de alguma forma contrariar esta aparente impossibilidade estética, num contexto lúdico massificado, abordam-se duas questões essenciais: a recorrente utilização no espaço virtual da perspectiva renascentista em opções estéticas constantemente recriadas a partir do real e a negação ou a impossibilidade de uma ou várias narrativas. Partindo destes dois pressupostos, a recorrente utilização de uma representação em perspectiva e a negação da narrativa, projecta-se investigar na área da representação estética e da ficção não linear, da possibilidade de espaços virtuais enriquecedores do ponto de vista onírico e da existência de narrativas paralelas em argumentos interactivos pós-cinematográficos de estratégia e aventura.Item type: Item , Pequenas deficiências, deficientes profundos(Edições Universitárias Lusófonas, 2006) Carvalho, Jorge; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoNeste artigo pretende-se, em primeiro lugar, identificar pequenas deficiências que se manifestam em todos nós, e em particular nos mais velhos, na utilização de objectos de uso comum, assim como as deficiências desses mesmos objectos com os quais convivemos no nosso dia-a-dia (registos obtidos em viagem). Pretende-se igualmente analisar projectos de investigação em Design Inclusivo desen - volvidos no âmbito do curso de Design, centrados nas observações exploratórias de disponibilidades financeiras, de materiais e de tecnologias que possibilitem a produção de pequenas séries de objectos, realizados em contexto industrial de baixos recursos e de fácil execução. Finalmente, propomos áreas de investigação com a articulação de tecnologias digitais incorporados em projectos realizados noutras áreas, visando alargar os campos de investigação e transportar para as áreas dos jovens deficientes profundos aplicações lúdicas e de melhoria da sua relação com o mundo.Item type: Item , O lugar da personagem nos géneros de opinião : 'Carlos Cruz' no discurso jornalístico sobre o Euro 2004 e o processo Casa Pia(Edições Universitárias Lusófonas, 2005) Lopes, Anabela de Sousa; Mata, Maria José; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoEste artigo apresenta uma análise do protagonismo de uma figura pública, Carlos Cruz, em relação a dois grandes acontecimentos noticiosos: a vitória da candidatura portuguesa ao Euro 2004 e o processo de pedofilia da Casa Pia. Os géneros de opinião tratados, em dois diários e dois semanários portugueses, revelam o claro enaltecimento da personagem no caso do Euro 2004 e a difusa afirmação da opinião dos articulistas quanto ao alegado envolvimento de Carlos Cruz no processo Casa Pia.Item type: Item , O 11 de Setembro como mega-acontecimento : um desafio à globalização(Edições Universitárias Lusófonas, 2005) Alvares, Claudia; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoDefende-se, neste texto, que o 11 de Setembro põe em causa os parâmetros de definição tradicional de «acontecimento mediático», revelando uma função simultaneamente integradora e desagregadora. Ao mesmo tempo que serviu para consolidar um comunitarismo ocidental definido em relação a uma alteridade islâmica ameaçadora, também enfatizou a existência de fissuras numa globalização não homogénea, deixando em aberto divisões acentuadas entre centro e periferia. A especificidade do 11 de Setembro prende-se ainda com o facto desse acontecimento ter sido produzido para os media por aqueles que pretendiam desafiar o sistema de globalização de que os media fazem parte. Assim, este mega acontecimento adquire conotações particularmente perversas, pois o ritual ao qual deu origem foi, em parte, ditado pelo ‘outro’, com o intuito de utilizar os media como espaço público de contestação, combate e confronto em tempo real.Item type: Item , Processos de recepção do cinema português entre os seus públicos locais(Edições Universitárias Lusófonas, 2007) Damásio, Manuel José; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoEste artigo discute os resultados de um estudo de larga escala realizado em 2006 sobre as formas de percepção e estratégias de recepção das audiências portuguesas ao Cinema localmente produzido. A recepção das audiências nacionais da produção local é marcada por fenómenos de rejeição que relevam de um preconceito mais geral contra artefactos culturais localmente produzidos. O preconceito que enforma esta relação entre os públicos e os objectos culturais locais, não só apela ao desenvolvimento de novas políticas culturais e económicas, como também levanta um vasto número de questões sobre a indústria portuguesa e europeia de produção de conteúdos culturais e as políticas e estratégias que têm norteado o desenvolvimento desta área nas últimas décadas. Finalmente, considerações mais vastas são apresentadas sobre as diferentes formas como os media estão a modelar as audiências contemporâneas e se deixam simultaneamente transformar por via dos processos de uso e consumo que estes públicos conduzem.Item type: Item , Do daguerreótipo ao protótipo : elementos sobre a digitalização da fotografia(Edições Universitárias Lusófonas, 2002) Flores, Maria Teresa Silva Guerreiro Mendes; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoPartindo dos vários tipos de práticas que o termo «fotografia digital» recobre, este artigo apresenta algumas das características da imagem digital contrastando-as com as da fotografia química e que nos permitem pensar estarmos perante um novo meio. Em especial, discute-se o carácter indicial da fotografia, na base do qual se constituiu o fundamental do pensamento fotográfico do último século e meio, e o modo como o digital desestabilizou esse modelo de pensamento a favor de uma visão prospectiva e modelar, liberta do «peso» da realidade capturada, mas continuando a simular o seu efeito de realidade. Isto mesmo nos mostram, por exemplo, os trabalhos dos fotógrafos Nancy Burson ou Aziz&Cucher. As «fotografias digitais» permitem uma nova poética comandada, agora de forma mais total, pela imaginação. Ela alia o que de mais poderoso tem o fotográfico – a captação da realidade – com o que de melhor pode oferecer a pintura – a liberdade criativa.