Caleidoscópio - Revista de Comunicação e Cultura
URI permanente para esta coleção:https://hdl.handle.net/10437/15644
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Item type: Item , Ecodesign : uma ferramenta para a sustentabilidade(Edições Universitárias Lusófonas, 2006) Santos, Amilton; Marques, Fernando Miguel; Rosendahl, Stefan; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoPara enfrentar os problemas do ambiente, a indústria vê-se desafiada a encontrar soluções de forma a minimizar o impacto ambiental dos seus produtos. Os consumidores estão cada vez mais sensíveis à compatibilidade ecológica dos bens de consumo. O ecodesign é uma das soluções mais credíveis para estas preocupa - ções. Para ilustrar o artigo apresentam-se alguns projectos desenvolvidos por alunos do curso de Design (na disciplina de Ecologia e Reciclagem) da ULHT.Item type: Item , A cor nas coisas(Edições Universitárias Lusófonas, 2006) Sequeira, João Meneses; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoDefendo, neste artigo, que a experiência cromática aplicada ao design implica, sobretudo, uma abordagem fenomenológica, mas que essa abordagem coopera com o conhecimento dos níveis mais baixos de processamento cromático (níveis fisiológicos). Tomam-se como base teórica as ciências cognitivas, nas quais se considera que a percepção é uma experiência, na qual se considera relevante o conjunto dos estados e dos processos que um sistema físico, neste caso natural, apresenta quando constrói uma representação interna daquela. Isto é, a percepção tem uma natureza construtiva que procura a apreensão do sentido e a consumação do imaginário. Consideram-se analiticamente três níveis de processamento da informação: a descrição, a decomposição recursiva, a incorporação física. Destes três níveis, apenas refiro alguns aspectos da descrição e o primeiro nível da decomposição recursiva (o processamento cromático ao nível da sua imagem bidimen - sional).Item type: Item , Um olhar possível sobre o poder na empresa(Edições Universitárias Lusófonas, 2002) Gama, Maria Gabriela; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoO conceito de poder tem sido recentemente revalorizado como objecto de estudo da comunicação empresarial. No entanto, hoje reconhece-se que a questão do poder é uma parte primordial do processo pelo qual uma empresa, através das práticas discursivas constitui e reconstitui a sua realidade social. Alguns autores abordam o poder numa perspectiva de gestão encarando-o como um aspecto prioritário do processo de gestão. Mas, o que pretendemos salientar, é que nos parece relevante teorizar a relação que existe entre a comunicação e o poder como domínio.Item type: Item , Estratégias empresariais de design em Portugal(Edições Universitárias Lusófonas, 2006) Branco, João; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoNão se pode falar em Portugal de estratégias de design prosseguidas por um número significativo de empresas e/ou instituições, com coerência expressiva. Porquê, então, um enunciado com esta formulação? Porque me apetece fazer uma intervenção politica, aproveitando a oportunidade que me é dada por este artigo para a revista Caleidoscópio. O tecido empresarial português não é uno, nem homogéneo e, portanto, deveremos traçar vários cenários, de acordo com as situações específicas existentes. A velocidade da aproximação do design às empresas dependerá dos contextos, nomeadamente, da cultura, da apetência e das condições objectivas para um desenvolvimento profícuo da actividade. Não vale a pena fazermos transposições impossíveis da panóplia de soluções e variantes internacionais no âmbito da gestão empresarial do design. Como noutras áreas do conhecimento microeconómico, algumas das teorias e soluções estudadas têm a ver com contextos muito específicos, com realidades muito diferentes, e sobretudo, com práticas e culturas sedimentadas de há muito. Começo por afirmar que, do ponto de vista da estrutura e da organização das PMEs portuguesas, o terreno é favorável à aproximação do design. Quer isto dizer que temos pela frente, pequenas e médias empresas geridas por uma pessoa, ou por um pequeno núcleo de pessoas, que dominam toda a área de gestão da empresa. Isto significa que a entrada do design se fará em ligação estreita com o poder, o que pode propiciar uma relação franca, aberta e permanentemente dialogante entre as equipas de design e de gestão, com todas as vantagens daí decorrentes. Poderemos mesmo pensar, no caso de uma intervenção de design sustentado, em situações em que os designers poderão, também, funcionar como consultores de estratégia, num misto de aconselhamento e acção. E tudo isto significa um terreno que propicia uma enorme margem de progressão para a disciplina quer em profundidade, quer em territórios de intervenção. Mas será que as acções no terreno se poderão desenvolver sob auspícios tão positivos?Item type: Item , Fernanda Câncio, Geração Modelo, Olhem para Mim, Publicações D. Quixote, Cadernos de Reportagem, 2003(Edições Universitárias Lusófonas, 2005) Pina, Sara; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoItem type: Item , A disciplina de biónica no curso de design na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias(Edições Universitárias Lusófonas, 2006) Rosendahl, Stefan; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoDesde o ano lectivo de 1999/2000, a disciplina de Biónica é leccionada no curso de Licenciatura em Design na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. A Biónica pode fornecer ideias valiosas aproveitando estruturas de materiais, mecanismos e processos existentes na Natureza que serão transferidos para a técnica. Apresentam-se alguns trabalhos de alunos daquela disciplina.Item type: Item , Anúncio e capa de revista : territórios paralelos ou contíguos?(Edições Universitárias Lusófonas, 2005) Cardoso, Carla Rodrigues; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoImagem e texto são dois elementos partilhados por anúncio e capa de revista. As semelhanças entre estes dois dispositivos comunicacionais começam ou terminam aqui? A resposta a esta questão passa pela análise das estratégias subjacentes à criação do anúncio publicitário e da capa de revista. Neste último caso, optou-se por restringir o campo das publicações, optando-se pelas newsmagazines, sólidas representantes do mundo do jornalismo. Depois do esgrimir de argumentos teóricos, parte-se para a análise empírica das capas de Janeiro de 2004 da newsmagazine portuguesa Visão, à procura de vestígios concretos que as relacionem ou não com os anúncios de revista.Item type: Item , “It came from outer space” : jogos de computador invadem programação e serviços de televisão digital(Edições Universitárias Lusófonas, 2003) Quico, Célia; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoA convergência da televisão digital com os jogos de computador é cada vez mais uma realidade. Neste artigo serão apresentadas três vertentes desta convergência: – a oferta de jogos pelos operadores de televisão digital e pelos canais de televisão; – a oferta de programação baseada em jogos de computador pelos canais de televisão; – a oferta de jogos com interacção via SMS pelo operadores de televisão digital e pelos canais de televisão, Em conclusão, são apresentadas duas linhas de evolução desta convergência no curto-médio prazo: 1) o lançamento de novos formatos de entretenimento, que conjugam diferentes meios (TV, Telemóvel, PC, PDA, etc) na definição de uma experiência de jogo acessível a qualquer hora e em qualquer lugar, 2) o lançamento de novos aparelhos que aliam as funcionalidades de uma consola de jogos à de uma set-top box avançada de televisão digital.Item type: Item , Perspectivas acerca do conceito "acontecimento"(Edições Universitárias Lusófonas, 2011) Silva, Célia Maria Taborda da; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoO conceito “acontecimento” é utilizado pelas várias ciências sociais de maneira distinta, o que faz com que existam diferenças de fundo em relação à forma como são percepcionados, interpretados e divulgados os acontecimentos. Veja-se a noção de acontecimento para o jornalismo e para a história. O acontecimento jornalístico valoriza factos do quotidiano, do tempo presente, do agora, do imediato, enquanto à história interessam os acontecimentos do tempo longo e as suas causas mais profundas. Assim, o que propomos analisar é como este conceito é usado pelo jornalismo e pela história, realçando os pontos que lhes são comuns e aqueles em que diferem.Item type: Item , Revisitar o passado em valha-me Deus : a ambivalência na representação da alteridade étnica(Edições Universitárias Lusófonas, 2007) Mendes, Ana Cristina; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoA presença cada vez mais frequente de representações da alteridade étnica nos media, ainda que por ora limitada, tem propiciado a criação de narrativas de resistência pelas minorias. Uma das motivações deste artigo é indagar sobre as efectivas possibilidades de fundamentar com sucesso um campo de acção política que permita uma autoformação cultural e uma mudança colectiva, numa área de representação dominada por ecrãs mediáticos penetrantes e insidiosos. Procurámos respostas para esta questão em sketches seleccionados da série cómica televisiva Valha-me Deus (Goodness Gracious Me, BBC, 1998-2001), escrita e representada por artistas de ascendência indiana residentes no Reino Unido. Enquanto se assiste a uma tendência encorajadora de criação de um espaço mais alargado nos media para as minorias, a crescente visibilidade indo-britânica nestes depende da economia política das indústrias culturais. Como tal, o enfoque deste texto reside no entendimento daquele programa humorístico enquanto texto ambivalente, integrado na indústria britânica dos media através da lógica do hibridismo cultural e do cosmopolitismo.Item type: Item , Natália Correia, Descobri que era europeia – Impressões duma viagem à América, Lisboa, Editorial Notícias, 2002 (1ª Edição, 1951)(Edições Universitárias Lusófonas, 2005) Mesquita, Mário; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoItem type: Item , O jogo da investigação : abordagens metodológicas à análise de jogos(Edições Universitárias Lusófonas, 2003) Aarseth, Espen J.; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoEste artigo procura promover um enquadramento metodológico para o estudo estético de jogo, tarefa que se afigura de enorme dificuldade devido à inflexão da área do jogo em múltiplos sentidos. Dada a excessiva abrangência do conceito de “jogos de computador”, o autor defende a sua substituição por “jogos em ambiente virtual”, termo esse que inclui todos os jogos de simulação e exclui aqueles que são apenas digitais. Existem três dimensões que caracterizam todos os jogos em ambiente virtual, nomeadamente a jogabilidade, a estrutura e o cenário de jogo. Cada uma destas dimensões poderá ajudar a definir áreas de investigação mais precisas. Contudo, o estudo aprofundado do jogo tem obrigatoriamente que assentar na sua prática, sendo que o investigador poderá mesmo confundir-se com um dos seguintes tipos de jogador: social, mata dor, conquistador ou explorador. O estudioso do jogo, tal como qualquer outro jogador, faz, habitualmente, a apologia do jogo não-linear, onde se pode contornar níveis predefinidos por forma a progredir mais rapidamente. Assim, aquilo que poderá ser considerado uma falta de ética na prática de jogo será essencial para uma análise académica que recorre a estratégias não lineares de jogo, por forma a melhor apreender a sua verdadeira dimensão.Item type: Item , Uma fronteira ou o jornalismo económico como forma de conhecimento especializado(Edições Universitárias Lusófonas, 2005) Martins, Christiana; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoAs fronteiras surgem dentro do corpo da actividade jornalística. Jornalismo especializado ou forma especializada de conhecimento. A econo mia como especialização do jornalismo. As carências de estudos académicos sobre o tema. As múltiplas visões sobre o jornalismo económico. Uma certeza, por mais económico que seja, será sempre jornalismo. Há regras a cum prir e vícios a abandonar. Nunca a esque - cerItem type: Item , Regimes de visibilidade midiática : os acontecimentos, entre a notícia e o espetáculo(Edições Universitárias Lusófonas, 2011) Coelho, Marja Pfeifer; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoAs relações entre mídia e sociedade configuram diferentes regimes de visibilidade midiática, através de diversas posições óticas assumidas. Um acontecimento, neste sentido, pode figurar na cena pública contemporânea sob um regime de visibilidade de veiculação (midiatização de baixa intensidade), de midiatização ou de espetacularização. Diferentes acontecimentos e seus regimes de visibilidade alcançados podem ser estudados a partir da forma com que mídia e sociedade vêem e dão a ver os fatos, dotando-os ou não de relevância e permanência, de pertinências próprias e participando destes. Os trânsitos de um acontecimento na cena pública podem conformar experiências e memórias partilhadas, favorecidas por regimes de visibilidade mais intensos.Item type: Item , ''Rainbow Designer'' : for global and multicultural design(Edições Universitárias Lusófonas, 2006) Souza, Teotónio R. de; ECATI - School of Communication, Architecture, Arts and Information TechnologiesO que procuram os designers alcançar? Procuram relacionar-se com a realidade, produzindo registos visuais de emoções e pensamentos, ou projectando e produzindo objectos que são funcionais, adaptando as tecnologias às necessidades do quotidiano. Isto exige que o designer seja um atento observador do seu meio-ambiente físico e possua uma sensibilidade apurada para as culturas, o que lhe permitirá desconstruir as formas latentes da realidade e os simbolismos culturais de maneira a poder compreender a ordem que lhes está subjacente e os princípios da sua composição e unidade. Só então poderá reproduzir a natureza e responder a chamamentos culturais. Neste processo de compreensão da realidade circundante da natureza e das culturas, o designer desloca-se sempre, em regra sem disso ter consciência, entre dois processos: busca de identidade e auto-identificação.Item type: Item , O ecrã no lugar do juíz : ou a representação da justiça no cinema de Fritz Lang(Edições Universitárias Lusófonas, 2005) Mesquita, Mário; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoO autor regista que os filmes da «fase americana» de Fritz Lang, como Fury (1935-36), o realizador revelam atitude semelhante à de um antropólogo perante as instituições judiciárias. Este tipo de filmes constituem uma espécie de antecipação da problemática contemporânea dos «julgamentos mediáticos». Lang evidencia as insuficiências do aparelho judiciário para assegurar os direitos da pessoa, especialmente quando as multidões iradas cercavam os tribunais. Os media dominantes na época – as actualidades cinematográficas, a rádio e os jornais – antecipavam, por vezes, a sentença, embora deixassem «fora de campo» eventos decisivos, contribuindo para fazer da sala de audiências num teatro de sombras.Item type: Item , A música dos videojogos(Edições Universitárias Lusófonas, 2003) Jorge, Rui Pereira; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoA maior parte dos entretenimentos electrónicos inclui música; e os videojogos não são excepção. Podemos encontrar muitas justificações para o facto de os videojogos incluírem música: identificar cenas; estabelecer atitudes, tensão e atmosfera; determinar o ritmo; indicar definições e associações para lá do que a imagem é capaz de indicar; etc. Porém os videojogos são interactivos: o jogador pode exercer algum controle sobre o jogo e o jogo solicita de alguma forma, o jogador a interagir. Os compositores estão então perante uma dificuldade: a maneira usual de compor é completamente deslocada face ao que um videojogo requer. As tradições ocidentais (e não só), em termos de composição, exigem que uma peça musical obtenha sempre um estado final em que a sua forma seja fixa e delimitada. Só que a música que funciona no contexto de um videojogo tem que ser capaz de mudar internamente a qualquer momento. Resta então ao compositor pensar a sua técnica de composição de uma forma radicalmente nova: já não se trata de alinhar sequências com começo, desenvolvimento e fim, mas sim obter uma música com a dinâmica suficiente para acompanhar o inesperado do desenrolar do jogo. O caminho a seguir passa por um música «ajustável»: uma peça de música que se possa alterar, no momento, dando assim resposta às exigências do jogo. É necessário que a música seja, cada vez mais, capaz de interagir de uma forma positiva com o desenrolar do jogo. E isto constitui um desafio para os compositores; eles têm que equacionar a música na sua relação com as incidências do jogo e a sua imprevisibilidade, nunca esquecendo que o que procuram é MÚSICA e não apenas uma qualquer forma de ambiente sonoro.Item type: Item , Encenando o processo de paz no teatro contemporâneo da Irlanda do Norte : a obra AH6905 de Dave Duggan(Edições Universitárias Lusófonas, 2007) Urban, Eva Kristina; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoEste ensaio pretende focar a obra de Dave Duggan e da sua compania teatral Sole Purpose Productions, analisando em detalhe a produção da sua nova peça AH6905. As Produções Sole Purpose foram criadas em 1997 pelos directores co-artísticos Dave Duggan e Patricia Byrne com o objectivo de elucidar o público relativamente a questões sociais e públicos através do discurso do imaginário teatral. David Duggan e as Produções Sole Purpose trabalham, de modo consciente, com o intuito de “aplicar a imaginação teatral ao processo político de paz”, seguindo a tradição do “espaço utópico” criada pelos dramaturgos Stewart Parker e Anne Devlin. No entanto, enquanto estes últimos limitam as opções dramatúrgicas empregues nas suas peças à superação do realismo e à tentativa de contornar métodos didácticos, as peças de Duggan rejeitam o realismo a favor de um teatro expressionista brechtiano mais didáctico. A peça AH6905 foca a questão da recuperação da verdade no Processo de Paz da Irlanda do Norte, recorrendo à estrutura dramatúrgica do monólogo. Uma metafóra teatral é utilizada por Dave Duggan para exprimir a sua esperança de que “o povo da Irlanda do Norte se coloque no centro do palco desta questão e no modo de recuperação da verdade nos próximos anos” (Dave Duggan, Foreword to AH6905, p. 5).Item type: Item , Depois de Chicago, a caminho de lado nenhum(Edições Universitárias Lusófonas, 2002) Baptista, Carla; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoO Jornalismo faz hoje parte de uma poderosa indústria de conteúdos. Integrando esse vasto mundo da comunicação, a informação compete com outros géneros discursivos – como o entretenimento, a publicidade ou o marketing – pela atenção e preferência das audiências. O Jornalismo tem revelado, neste processo, uma extraordinária capacidade de adaptação. Entre os primórdios da profissão e os múltiplos produtos prêt-à-porter que hoje são oferecidos, houve um desvirtuamento ou apenas uma evolução natural? Como se articula o ensino do jornalismo nas universidades com a prática efectiva das redacções? Este texto lança várias interrogações sobre o presente e o futuro do Jornalismo, a partir de um “momento de ouro” ou uma “oportunidade perdida” na sua istória: quando, em Chicago, nas primeiras décadas do século XIX, Jornalismo e Sociologia andaram quase de mãos dadas.Item type: Item , As marcas e o valor da imagem : a dimensão simbólico das actividades económicas(Edições Universitárias Lusófonas, 2002) Ruão, Teresa; Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da InformaçãoO fenómeno marcas de comércio tem conhecido uma expressiva investigação nos últimos 20 anos, em consequência do crescimento da paisagem de marcas no universo económico. Na verdade, estamos hoje perante mercados sobrepovoados de sinais de distinção que procuram, a todo o custo, atingir a memória dos consumidores. Neste contexto, as marcas têm constituído fontes de valor acrescentado para as empresas e seus clientes, promovendo a diferenciação e apelo ao consumo. E um dos pilares desse capital-marca assenta na imagem positiva, ou percepção favorável que conseguem estimular na mente dos públicos-alvo. O presente artigo discute, precisamente, os conceitos marca, valor e imagem, procurando reflectir sobre a forma como a percepção das marcas se pode traduzir em valor simbólico e económico para as empresas.