Percorrer por autor "Fernandes, Ana Sofia Gregório"
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Item Ativadores de superfície únicos versus mistos em transferossomas para veicular cafeína : avaliação físico-química e de citotoxicidade(Edições Universitárias Lusófonas, 2021) Guerreiro, Íris; Rodrigues, Marta; Fernandes, Ana Sofia Gregório; Rosado, Catarina; Leite, Catarina Pereira; Escola de Ciências e Tecnologias SaúdeO desempenho dos transferossomas como sistemas nanovesiculares para melhorar a permeação cutânea de compostos bioativos pode ser modulado de acordo com a sua composição em ativadores de superfície (EAs). Segundo a literatura, o tamanho, a deformabilidade e a eficiência de encapsulação destas vesículas dependem do equilíbrio hidrofílicolipofílico (HLB) dos tensioativos não-iónicos usados como EAs. Assim, este trabalho teve como objetivo avaliar o impacto nas propriedades físico-químicas e no perfil de citotoxicidade in vitro de formulações transferossomais constituídas por EAs únicos ou mistos, com valores de HLB opostos. Os transferossomas obtidos com tensioativos não-iónicos únicos ou mistos (Tween® 80 e/ou Span® 80) foram preparados na presença e ausência de cafeína, utilizada como composto modelo hidrofílico. Os transferossomas preparados, independentemente da sua composição em EAs, apresentaram propriedades físico-químicas promissoras para aplicações cutâneas, sendo estáveis durante 1 mês sob armazenamento refrigerado. Além disso, todas as formulações transferossomais foram compatíveis com uma linha celular de queratinócitos após tratamento por 24 h. No conjunto, estes dados preliminares sugerem que a utilização de tensioativos não-iónicos mistos como EAs poderá ser mais explorada para modular o desempenho dos transferossomas como promotores da permeação cutânea. Palavras-chave: Sistemas vesiculares; nanotecnologia; tensioativos não-iónicos; cafeínaItem Papel do Farmacêutico Comunitário no acompanhamento da pessoa com doença oncológica : perceção do doente/sobrevivente(2024) Bragança, Cristiana Raquel Marques; Escola de Ciências e Tecnologias Saúde; Costa, João Guilherme Feliciano da; Fernandes, Ana Sofia GregórioA doença oncológica atualmente afeta globalmente milhões de pessoas, posicionando-se numa das principais causas de morte a nível mundial, impondo tratamentos complexos e com elevado impacto no doente. Na abordagem a esta doença, o envolvimento e colaboração das equipas multidisciplinares, incluindo os farmacêuticos é crucial em todas as etapas, desde o diagnóstico, aos tratamentos e à gestão dos efeitos secundários inerentes a estes. Deste modo, com este trabalho, pretendeu-se estudar e avaliar a perceção sobre o papel do farmacêutico comunitário no acompanhamento da pessoa com doença oncológica na perspetiva do doente/sobrevivente. Para tal, realizou-se um estudo observacional, transversal a 105 indivíduos doentes ou sobreviventes de doença oncológica, residentes em Portugal, através de um questionário online auto-reportado. Os resultados revelaram que a maioria dos inquiridos sente confiança no farmacêutico comunitário. Globalmente, 43,8% e 53,3% dos inquiridos, consideram o conhecimento destes profissionais de saúde suficiente nas medidas de prevenção e diagnóstico, respetivamente. Por sua vez, na gestão dos efeitos secundários do tratamento oncológico, a maioria dos inquiridos (61%), considerou que o conhecimento do farmacêutico comunitário era "Bom ou Elevado". A larga maioria dos investigados considerou que é importante a existência de uma comunicação entre as equipas hospitalares e o farmacêutico comunitários (~80%) e seria relevante a implementação de um serviço personalizado nas farmácias para o seu acompanhamento (~70%). Conclui-se com este estudo que, apesar da maioria dos inquiridos sentir confiança no farmacêutico comunitário, existe ainda uma elevada margem para tornar o seu papel mais ativo no acompanhamento da doença oncológica. Adicionalmente, na perspetiva do doente oncológico é essencial a existência de uma comunicação entre o hospital e a farmácia comunitária, bem como a criação de um serviço que permita um melhor acompanhamento no decurso da sua doença. Palavras-chave: cancro; farmacêutico comunitário; doente oncológico; tratamento; intervenção farmacêuticaItem Papel do farmacêutico comunitário no acompanhamento da pessoa com doença oncológica : perceção do farmacêutico(2024) Saragoça, Joana dos Santos; Escola de Ciências e Tecnologias Saúde; Fernandes, Ana Sofia Gregório; Costa, João Guilherme Feliciano daO cancro tem elevado impacto na qualidade de vida dos doentes, devido aos seus sintomas e efeitos adversos dos tratamentos. Nas farmácias comunitárias são desempenhados serviços que podem apoiar o doente oncológico. Os objetivos deste trabalho foram realizar uma revisão da literatura sobre a doença oncológica e o papel do farmacêutico comunitário no acompanhamento do doente oncológico, bem como investigar a perceção dos farmacêuticos comunitários relativamente a este assunto, através de um questionário construído para este efeito. Dos farmacêuticos inquiridos, apenas 1,9% fazia acompanhamento estruturado destes doentes. O acompanhamento e principalmente motivado pela gestão de reações adversas e interações medicamentosas. As intervenções identificadas como mais frequentes foram a vacinação, proteção da radiação solar e gestão de efeitos secundários do tratamento. 66,1% dos farmacêuticos consideraram ter um papel relevante na melhoria da qualidade de vida destes doentes; 77,2% acharam relevante a existência de uma consulta de cuidados farmacêuticos na doença oncológica e identificaram como barreiras a sua implementação a falta de articulação com os serviços hospitalares e baixo conhecimento técnico. A formação especializada em oncologia foi o fator que mais impactou as respostas. Conclui-se assim que e necessário aumentar a formação do farmacêutico em oncologia e criar sistemas de informação adequados. Palavras chave: Oncologia, Farmacêutico Comunitário, Acompanhamento, Prevenção, Rastreio, Serviços