Natureza e limites cognitivos do Supremo Tribunal de Justiça
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Edições Universitárias Lusófonas
Resumo
Há mais de um século que o Supremo Tribunal de Justiça deixou de ser um tribunal de cassação, passando a julgar, em regra, como um tribunal de substituição. Apenas em casos mui limitados – apreciação de algumas nulidades do acórdão recorrido e anulação do acórdão recorrido para efeitos de ampliação da matéria de facto – é que actua como tribunal de cassação. Cabe-lhe decidir, em última instância, o caso decidendo, mesmo nos casos em que é convocado o Pleno com vista a fixar jurisprudência (recurso ordinário de revista ampliada e recurso extraordinário para uniformização de jurisprudência). Só no caso de interposição de recurso extraordinário, por parte do MP, é que o Supremo Tribunal de Justiça pode fixar jurisprudência sem decidir o caso concreto.
Descrição
Citação
Dias, U A L 2022, 'Natureza e limites cognitivos do Supremo Tribunal de Justiça', De Legibus - Revista de Direito da Universidade Lusófona, no. 3, pp. 245-268. https://doi.org/10.60543/dlb.vi3.8467