Dor subjetiva, imagem corporal e sintomas depressivos em mulheres sobreviventes de cancro de mama em terapia com inibidores de aromatase

dc.contributor.authorAlcobia, Patrícia dos Santos
dc.contributor.institutionFaculdade de Educação Física e Desporto
dc.contributor.supervisorCarraça, Eliana Cristina Veiga
dc.date.accessioned2026-03-11T20:25:00Z
dc.date.available2026-03-11T20:25:00Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractA terapia de inibição de estrogénio com inibidores de aromatase demonstra ser o tratamento de primeira linha para cancros de mama dependentes de hormonas, uma terapia adaptável de acordo com o estadio da doença, de acordo com as características biológicas do tumor, comorbidades, preferências e com a idade da paciente. Porém, os benefícios alcançados com o tratamento hormonal apresentam também efeitos colaterais associados. Objetivo: Explorar as associações entre a Dor, a imagem corporal e os sintomas depressivos em mulheres sobreviventes de cancro de mama em terapia com inibidores de aromatase. Método: Esta tese inclui dois estudos quantitativos observacionais transversais, integrados no projeto PAC-WOMAN (PTDC/ SAU-DES/2865/2020), utilizando dados de baseline de 110 mulheres sobreviventes de cancro de mama em terapia com inibidores de aromatase. Foram conduzidas análises de correlação de Spearman e de correlação parcial (com ajuste para o índice de massa corporal, doenças crónicas e para o tempo em terapia com inibidores de aromatase). Resultados: O estudo 1 revelou que níveis mais elevados de Dor estavam relacionados com uma imagem corporal menos positiva. No estudo 2, verificou-se que a Dor se associou positivamente com os sintomas depressivos, de modo que as mulheres que apresentavam maiores níveis de sintomas depressivos detinham maior nível de dor associada. Estes efeitos mostraram-se independentes do índice de massa corporal, doenças crónicas e do tempo em terapia. Conclusões: Os estudos contidos nesta dissertação sugerem que a dor sentida pelas mulheres em terapia com inibidores de aromatase afeta não só a perceção de satisfação com o corpo e a imagem corporal, mas também a sintomatologia depressiva, demonstrando a importância de trabalhar a redução da dor nesta população como forma de melhorar a sua componente psicológica. Esta contribuição ajuda a sublinhar a importância de continuar a explorar os efeitos colaterais que impactam a qualidade de vida nesta população durante e após tratamento de cancro de mama, utilizando estratégias que possam não apenas aliviar os sintomas físicos, mas também os seus efeitos psíquicos.pt
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier.tid204189420
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10437/15819
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectSPORT
dc.subjectPHYSICAL EDUCATION
dc.subjectBREAST CANCER
dc.subjectPAIN
dc.subjectBODY IMAGE
dc.subjectDEPRESSION
dc.subjectAROMATASE INHIBITORS
dc.subjectMESTRADO EM EXERCÍCIO E BEM-ESTAR
dc.subjectDESPORTO
dc.subjectEDUCAÇÃO FÍSICA
dc.subjectCANCRO DA MAMA
dc.subjectDOR
dc.subjectIMAGEM CORPORAL
dc.subjectDEPRESSÃO
dc.subjectINIBIDORES DA AROMATASE
dc.titleDor subjetiva, imagem corporal e sintomas depressivos em mulheres sobreviventes de cancro de mama em terapia com inibidores de aromatasept
dc.typemasterThesis

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