Mestrado em Exercício e Bem-Estar
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Percorrer Mestrado em Exercício e Bem-Estar por autor "Botelho, Mafalda Maria Guimarães Teixeira Gonçalves"
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Item Relação entre os desequilíbrios musculares no ombro e joelho e o historial de lesão em atletas seniores femininas de voleibol(2019) Botelho, Mafalda Maria Guimarães Teixeira Gonçalves; Ruivo, Rodrigo, orient.Objetivo: Realizar uma revisão sistemática da evidência científica existente sobre a relação entre os desequilíbrios musculares no ombro e no joelho e o historial de lesão em atletas de voleibol. Posteriormente, analisar os desequilíbrios musculares nas articulações do ombro e joelho em atletas femininas de voleibol, através da avaliação isocinética, e relacioná-los com o historial de lesão. Método: Na revisão sistemática de literatura (RSL) foi realizada uma pesquisa na base de dados PubMed, onde foram identificados artigos de interesse. No segundo capítulo, foi realizado um estudo transversal com uma amostra de 15 participantes do género feminino (23±5 anos). Foi aplicado um questionário para aferir o historial de lesão e a avaliação isocinética foi realizada num dinamómetro isocinético, nas velocidades 60º/s e 180º/s para os movimentos de rotação externa e interna ombro e de flexão e extensão do joelho. Resultados: Oito artigos preencheram os critérios de inclusão. A sobrecarga foi a causa mais comum de lesão (n=11). O rácio Rotadores Externos:Rotadores Internos (RE:RI) foi inferior aos valores normativos nos dois ombros nas duas velocidades angulares. A média do rácio RE:RI no ombro dominante a 60º/s é significativamente superior à média do rácio RE:RI no ombro não dominante a 60º/s. Os valores de rácio Isquiotibiais:Quadricípites (I:Q) na velocidade angular 60º/s encontram-se de acordo com os valores normativos, enquanto que a 180º/s foi inferior aos valores normativos. Nas duas velocidades angulares a média do rácio I:Q no membro não dominante foi superior. Conclusão: A RSL revelou que os atletas com historial de lesão no ombro estão em maior risco de desenvolver novas dores/lesões. A utilização o teste isocinético pode ajudar treinadores, fisioterapeutas e preparadores físicos na prevenção de lesões. Estas atletas podem estar predispostas à ocorrência de lesões no joelho. Os valores de rácio RE:RI pode ser explicado pela especificidade da modalidade e respetivos gestos técnicos de remate e serviço.