Estratégias a utilizar na inclusão de uma criança com perturbação do espectro do autismo no 2º ciclo
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Resumo
O Autismo é classificado pelo DSM-IV-TR (Associação Psiquiátrica Americana
APA, 2002), como um transtorno de desenvolvimento que se carateriza pelo desenvolvimento
acentuadamente atípico na interação social e comunicação e pela presença de um reportório
marcadamente restrito de atividades e interesses.
A Perturbação do Espectro do Autismo (PEA) é um distúrbio do desenvolvimento
humano que se encontra em estudo há muitos anos mas, sobre o qual, existem muitas
divergências e dúvidas, ainda não esclarecidas. É uma disfunção no desenvolvimento cerebral
devido a alterações em algumas estruturas e funções cerebrais, de anatomia e química do
cérebro, que tem origem na infância e persiste ao longo de toda a vida.
A PEA está associada a várias patologias que agravam o quadro existente. As mais
relevantes e que determinam, negativamente, o futuro nível de funcionalidade do sujeito.
A educação inclusiva é um dos grandes desafios da educação, uma vez que impõe à
escola a responsabilidade de não excluir, mas sim incluir e educar a diversidade, dos seus
públicos, numa perspetiva de sucesso de todos e de cada um, independentemente da sua cor,
raça, cultura, religião e deficiência.
Uma escola verdadeiramente inclusiva é aquela que tem por finalidade adaptar a sua
organização e funcionamento pedagógico à diversidade dos estilos de aprendizagem de todos
os alunos
Este estudo é baseado num aluno de 6º ano de escolaridade, com diagnóstico de PEA
desde os 3 anos de idade e tem como objetivo analisar, sumariamente, o autismo e a inclusão,
bem como encontrar estratégias a implementar para a inclusão de uma criança, com PEA, no 2º ciclo de uma escola de ensino regular.
Descrição
Orientação: Nora Cavaco