A comparação entre uma mistura em estéreo vs binaural para música eletrónica dançante

dc.contributor.authorAmadeo, Vicente Dias
dc.contributor.institutionEscola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da Informação
dc.contributor.supervisorCarrilho, João Manuel Marques
dc.date.accessioned2025-07-15T19:40:01Z
dc.date.available2025-07-15T19:40:01Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractNos últimos quatros anos tem-se discutido muito, dentro da produção musical, a mistura em Dolby Atmos e a tecnologia Binaural. Práticas que, embora já utilizadas há alguns anos em videojogos e filmes, têm sido recentemente aprimoradas e aplicadas na música. Esse trabalho explora as possíveis potencialidades da tecnologia binaural na música eletrónica dançante, do ponto de vista criativo e técnico, mas também com a perceção do consumidor. Primeiro vamos entender o espaço acústico e a evolução dos sistemas de reprodução ao longo dos anos. Desde a década de 1960, com a massificação dos aparelhos de reprodução estereofónicos, a espacialização do som nas misturas tem sido predominantemente aplicada entre os canais esquerdo e direito do ouvinte. Com o avanço tecnológico, novas formas de espacialização sonora têm sido desenvolvidas, proporcionando ao ouvinte uma experiência mais próxima de como o nosso sistema auditivo compreende a direção do som. A mistura é um tema central neste trabalho. Cada engenheiro de mistura aborda o processo de maneira pessoal, fundamentando as suas escolhas em referências musicais e bibliográficas, no género musical em que está a trabalhar e, é claro, também na sua própria perceção. Apesar de extensas pesquisas, ainda persistem dúvidas entre profissionais da área sobre a utilização do som espacial essencialmente no contexto da música popular urbana e eletrónica de dança. Para alguns engenheiros de som, essa novidade chegou para ficar; para outros, o novo processo não se encaixa de maneira satisfatória na produção musical. Ainda há muitos debates sobre o tema. Considerando que se trata de uma tecnologia ainda em desenvolvimento, destaca-se a relevância deste estudo diante da ausência de reflexões académicas e bibliográficas sobre o tema. É fundamental compreender a opinião dos consumidores acerca das diferenças percebidas entre uma mesma música misturada em estéreo (formato padrão atual) e em Binaural. Para isso, será realizado um inquérito com o público e duas entrevistas com profissionais da área. Com a análise dos resultados vamos tentar compreender as principais diferenças, vantagens e desvantagens pela perceção do consumidor entre uma mistura e outra.pt
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier.tid203965469
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10437/15430
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectAUDIOVISUAL
dc.subjectSOUND
dc.subjectSOUND TECHNOLOGIES
dc.subjectMUSIC
dc.subjectELETRONIC MUSIC
dc.subjectMUSICAL COMPOSITION
dc.subjectMESTRADO EM PRODUÇÃO E TECNOLOGIAS DO SOM
dc.subjectAUDIOVISUAL
dc.subjectSOM
dc.subjectTECNOLOGIAS DO SOM
dc.subjectMÚSICA
dc.subjectMÚSICA ELETRÓNICA
dc.subjectCOMPOSIÇÃO MUSICAL
dc.subjectBiblioteca - Dissertações
dc.titleA comparação entre uma mistura em estéreo vs binaural para música eletrónica dançantept
dc.typemasterThesis

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