Versão portuguesa da escala de autonomia sexual : estudo de validação cruzada com uma amostra comunitária

dc.contributor.authorCarvalho, Ana Carolina Carmo
dc.contributor.institutionEscola de Psicologia e Ciências da Vida
dc.contributor.supervisorRosa, Pedro Joel Mendes
dc.contributor.supervisorPascoal, Patrícia M.
dc.date.accessioned2024-12-16T11:29:44Z
dc.date.available2024-12-16T11:29:44Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractA autonomia sexual é um constructo fundamental para a saúde mental. No entanto, a disponibilidade de escalas validadas para a língua portuguesa é ainda limitada. Este trabalho teve como objetivo a validação da versão Portuguesa da Escala de Autonomia Sexual (EAS). Participaram neste estudo 529 voluntários, através de uma amostragem bola de neve, 50.47% (n = 267) do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 19 e os 74 anos (M = 33.84; DP = 8.71). Os resultados revelaram uma adequada validade e fiabilidade da EAS. O fator latente explicou 59.69% da variância total, sugerindo a unidimensionalidade da escala. Verificamos uma consistência interna aceitável da escala na amostra de calibração (? = .65; ? = .67) e na amostra de validação (? = .62; ? = .67). Verificamos que a autonomia sexual se correlacionou positivamente com a medida de prazer e de autorrevelação sexual, sugerindo a importância da comunicação e autonomia na promoção de relações mais saudáveis, inclusivamente na esfera sexual, contribuindo para a saúde mental. Apesar das limitações ao nível da amostragem, os resultados apontam para a autonomia sexual como sendo um construto relevante para a saúde mental, podendo contribuir para experiências sexuais mais saudáveis e positivas. Palavras-chave: Autonomia sexual; estudos de validaçãopt
dc.description.abstractSexual autonomy is a fundamental construct for mental health. However, the availability of validated scales in the Portuguese language is still limited. This study aimed to validate the Portuguese version of the Sexual Autonomy Scale (SAS). A total of 529 volunteers participated in this study through snowball sampling, with 50.47% (n = 267) being female, ranging in age from 19 to 74 years (M = 33.84; SD = 8.71). The results revealed adequate validity and reliability of the SAS. The latent factor explained 59.69% of the total variance, suggesting the scale's unidimensionality. We observed acceptable internal consistency of the scale in the calibration sample (α = .65; ω = .67) and in the validation sample (α = .62; ω = .67). Sexual autonomy was positively correlated with measures of pleasure and sexual self-disclosure, suggesting the importance of communication and autonomy in promoting healthier relationships, including in the sexual sphere, contributing to mental health. Despite sampling limitations, the results suggest that sexual autonomy might be a relevant construct for mental health, potentially contributing to healthier and more positive sexual experiences. Keywords: Sexual autonomy; validation studies.en
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier.tid203612698
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10437/14869
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPSYCHOLOGY
dc.subjectCLINICAL PSYCHOLOGY
dc.subjectHEALTH PSYCHOLOGY
dc.subjectSEXOLOGY
dc.subjectMENTAL HEALTH
dc.subjectFEMALE SEXUALITY
dc.subjectMESTRADO EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE
dc.subjectPSICOLOGIA
dc.subjectPSICOLOGIA CLÍNICA
dc.subjectPSICOLOGIA DA SAÚDE
dc.subjectSEXOLOGIA
dc.subjectSAÚDE MENTAL
dc.subjectSEXUALIDADE FEMININA
dc.subjectMestrado em Psicologia Clínica e da Saúde
dc.titleVersão portuguesa da escala de autonomia sexual : estudo de validação cruzada com uma amostra comunitáriapt
dc.typemasterThesis

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