Estratégias de coping e sintomatologia de perturbação pós-stress traumático em jovens em risco

dc.contributor.advisorPinto, Ricardo José, orient.
dc.contributor.authorMonteiro, Rita Andreia Barbosa
dc.date.accessioned2017-04-04T16:15:47Z
dc.date.available2017-04-04T16:15:47Z
dc.date.issued2016
dc.descriptionOrientação: Ricardo José Martins Pintopt
dc.description.abstractA presente dissertação teve como objetivo avaliar a relação entre estratégias de coping e Perturbação Pós-Stress Traumático (PPST) numa amostra de jovens de risco, composta por jovens em situação de acolhimento e jovens que frequentam Escolas Profissionais. As novidades deste estudo relacionam-se com: a utilização de uma amostra de risco, a utilização de questionários que avaliam a sintomatologia de PPST segundo o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-5) e a avaliação do preenchimento ou não do critério A de PPST (além da avaliação da presença de sintomatologia de PPST). Método: O estudo incluiu 183 jovens, dos quais 100 (54.7%) eram estudantes do ensino profissional e 83 (45.4%) encontravam-se em situação de acolhimento, com idades compreendidas entre 13 e os 17 anos (M = 15.71; DP = 1.31). Os instrumentos administrados foram: Questionário Sócio-Demográfico; Lista de Experiências Traumáticas para DSM-5, Child PPST Symptom Scale – V e a Escala de Estratégias de Coping na Adolescência. Resultados: Os principais resultados obtidos revelaram que 48 (26.2%) jovens relataram sintomatologia de PPST e que 166 (91%) jovens foram expostos a pelo menos uma experiência traumática (cumpriram critério A de PPST). O sexo feminino relatou níveis mais elevados de sintomatologia de PPST e as estratégias de coping negativas revelaram uma relação significativa com sintomatologia de PPST. Os jovens pertencentes ao grupo de comparação (escolas profissionais) relataram significativamente mais sintomatologia de PPST. Um dos fatores que parece explicar este resultado é o facto de estes jovens terem, também, relatado experiências adversas na infância, mas não receberem medidas preventivas de promoção e proteção por parte de entidades sinalizadores, ao contrário dos jovens em situação de acolhimento. Conclusões: A intervenção no coping devem focar-se na redução de estratégias de coping negativas e, assim, diminuir a sintomatologia de PPST.pt
dc.description.abstractThe present dissertation aims to evaluate the relationship between coping strategies and Post-Traumatic Stress Disorder (PTSD) in a sample of adolescents in risk, composed by adolescents living in residential care and adolescents in professional high schools. The novelty of this study was use of a risk sample, including a community sample in risk, and the use of questionnaires to assess the symptoms of PTSD according to the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-V) and the A criterion of the PTSD. The majority of the past studies did not examine the A criterion. Method: The study included 183 adolescents, of which 100 (54.7%) were students in professional high schools and 83 (45.4%) were adolescents living in residential care, aged between 13 and 17 years (M = 15.71, SD = 1.31). The instruments used were: Socio-demographic questionnaire, Life Events Checklist, Child PPST Symptom Scale – V and Adolescent Coping Strategies Scale. Results: The main results showed that 48 (26.2%) adolescents reported PTSD symptoms and 166 (91%) adolescents were exposed to at least one traumatic experience (fulfilled the A criteria of PTSD). The females reported higher levels of PTSD symptoms compared to males, and negative coping strategies revealed a significant relationship with PTSD symptoms. Adolescents belonging to the comparison group (professional high schools) reported significantly more symptoms of PTSD compared to adolescents living in residential care. One factor that seems to explain this result is that the adolescents from the community also reported adverse experiences in childhood, but they were not identified by Child Protection Services and did not receive any protective measures, compared to the adolescents living in residential care. Conclusions: The intervention in coping should focus on the reduction of negative coping strategies, and thus, reduce the symptoms of PTSD.en
dc.formatapplication/pdf
dc.identifier.tid201433826
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10437/7849
dc.language.isoporpt
dc.rightsopenAccess
dc.subjectMESTRADO EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDEpt
dc.subjectPSICOLOGIA CLÍNICApt
dc.subjectCLINICAL PSYCHOLOGYen
dc.subjectPERTURBAÇÃO DE STRESS PÓS-TRAUMÁTICOpt
dc.subjectPOST-TRAUMATIC STRESS DISORDERen
dc.subjectCOPINGpt
dc.subjectCOPINGen
dc.subjectJOVENS EM RISCOpt
dc.subjectYOUNG PEOPLE AT RISKen
dc.subjectPSICOLOGIApt
dc.subjectPSYCHOLOGYen
dc.subjectESTRATÉGIAS DE COPINGpt
dc.subjectCOPING STRATEGIESen
dc.titleEstratégias de coping e sintomatologia de perturbação pós-stress traumático em jovens em riscopt
dc.typemasterThesispt

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