Mestrado em Treino Desportivo
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Percorrer Mestrado em Treino Desportivo por assunto "ATIVIDADE FÍSICA"
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Item Educação física na educação de jovens e adultos: desafios e perspectivas nas escolas estaduais do Amapá-Brasil(2013) Pedrosa, Raimunda Conceição Rosa; Proença, Jorge, orient.A pesquisa objetivou o conhecimento das práticas pedagógicas vivenciadas, identificando os desafios encontrados pelos professores de Educação Física no desenvolvimentos da componente curricular da Educação Física, na modalidade de educação de jovens e adultos (EJA), e ainda suas perspectivas de contribuições na formação desses alunos nas escolas da rede estadual do Amapá, sendo documental e de campo, em que foram analisados documentos que regulamentam a Educação Física enquanto componente curricular da EJA na matriz curricular da educação básica no estado do Amapá. A pesquisa de campo foi desenvolvida em 50% (cinqüenta) dos maiores municípios do estado, e em cada município 50% (cinqüenta) das escolas que possuem turmas das séries finais do ensino fundamental e/ou ensino médio EJA na zona urbana; com aplicação de questionário aos professores de Educação Física e pedagogos que atendem a modalidade de EJA nas escolas. A Educação Física enquanto componente curricular da EJA oportuniza vivência de práticas que podem contribuir de maneira significativa na formação dos alunos, pois muitos não têm acesso a informações sobre atividade física, saúde, qualidade de vida, que são temas tão debatidos no contexto social de hoje, assim como as conseqüências que a falta de atividade física trás para as pessoas e sociedade em geral. Foram visitadas 30 (trinta) escolas em todo o estado, com a participação de 35 (trinta e cinco) profissionais da educação, sendo 30 (trinta) professores de educação física e 05 (cinco) pedagogos. Na pesquisa se constatou que a prática da Educação Física na EJA está presente nas escolas da rede estadual há aproximadamente 10 (dez) anos, embora apresentando lacunas em seu desenvolvimento; os professores encontram desafios diversos no desenvolvimento da componente curricular, como falta de estrutura física, faixa etária muito diversa na mesma turma, cansaço dos alunos, dentre outros; mas também se percebe que a partir das vivências na escola é possível estimular mudanças de hábitos saudáveis diários que podem favorecer na qualidade de vida dos alunos. A aplicabilidade na vida dos alunos é em longo prazo, mas os profissionais percebem em pequenas atitudes diárias que estão no caminho certo.Item Influência da idade na aptidão física, no desempenho ocupacional e nos hábitos de prática de exercício (atividade física) em policias portugueses de elite do sexo masculino (Corpo de Intervenção)(2022) Nunes, Filipe de Oliveira; Monteiro, Luís Fernandes, orient.O objetivo principal deste estudo foi comparar os policiais de elite do Corpo de intervenção (CI) mais novos e os policiais de elite mais velhos, ao nível da aptidão física e do desempenho num circuito policial, assim como o seu nível de atividade física. Secundariamente, foi avaliada a importância percebida pelos policias de elite sobre as suas características de aptidão na realização de tarefas ocupacionais. Quarenta e dois policias de elite (CI) treinados, do sexo masculino completaram um circuito ocupacional específico cronometrado (On-Duty Task, ODT) e uma avaliação da aptidão física (vaivém, teste T de agilidade, abdominais, força de preensão manual, impulsão horizontal e vertical, lançamento da bola medicinal de 3kg, flexibilidade e elevações) e do nível de prática do exercício físico (IPAQ), além da importância percebida das características de aptidão para realizar as tarefas ocupacionais, de simulação de um cenário policial, através da escala simplificada de Borg. Os policias de elite foram estratificados em valores de corte, mais jovens (≤ 38 anos; n = 20) e mais velhos (> 38 anos; n = 22) com base na amostra idade média. Teste t de amostras independentes foi usado para analisar as diferenças nas medidas de resultados entre os valores de corte dos policias mais jovens e os mais velhos. Os policias de elite mais velhos demoraram 19.5 % mais tempo para concluir o circuito em comparação com os policias mais jovens (p = 0.001). Ambos os grupos relataram frequências de atividade física vigorosa e apresentaram semelhante desempenho ao nível cardiovascular (CV) (mais jovens: 50.78 ± 7.18 ml/kg1/min vs. mais velhos: 44.80 ± 6.92 ml/kg/min, p = 0.065) e ao nível da força de preensão manual (FMP) (mais jovens: 54.74 ± 4.70 kg vs. 52.66 ± 10.67 kg; p = 0.391). Nos restantes parâmetros de aptidão física, foram encontradas diferenças significativas de desempenho entre os policiais mais jovens vs. policias mais velhos: Agilidade (10.83 ± 0.89 s vs. 11.67 ± 0.98 s; p = 0.04), Força Abdominal (número de repetições, 52.65 ± 4.86 vs. 43.5 ± 7.34; p = 0.01), Força de Braços (número de elevações, 15.3 ± 5.03 vs. 10.5 ± 3.87; p = 0.001) e Potência de Braços (lançamento de bola medicinal 3kg, 6.29 ± 0.78 m vs. 5.46 ± 0.94 m; p = 0.002). No Circuito de aptidão para a função os policias de elite apresentaram igualmente diferenças estatisticamente significativa (mais jovens: 210.02 s ± 26.74 s vs. 251.25 ± 38.81; p = 0.001). Em média, os policias apresentaram algumas das características de aptidão semelhantes, mas ao nível da potência e de agilidade, estas influenciaram negativamente o desempenho ocupacional. A nível ocupacional, o desempenho no circuito para a função entre uma amostra de policias de elite aptos, foi menor nos policias mais velhos em comparação com os policias de elite mais jovens, apesar do volume e intensidade de atividade física auto relatada ter sido semelhante. Os profissionais podem esperar diminuições de desempenho relacionadas à idade no trabalho, apesar de realizarem quantidades semelhantes de atividade física /treino físico. Palavras-chave: aptidão física, atividade física desempenho ocupacional, idade, polícia de elite (CI)Item Relatório de estágio na área técnica de guarda-redes, no Escalão de Sub. 17 masculino da Federação Portuguesa de Futebol Época 2021/22(2024) Santos, Márcio Alexandre Henriques Gonçalves dos; Faculdade de Educação Física e Desporto; Casanova, Filipe Luís MartinsO Guarda-redes no Mundo do Futebol, deixará de ser um elemento estranho, no momento que lhe seja dada a devida importância, este OBSERVA, REFLETE E ATUA de forma diferente, nunca será considerado O JOGADOR nuclear, no entanto, será sempre o último a corrigir os demais. O presente Relatório de Estágio descreve e contextualiza o estágio efetuado na equipa de Sub. 17 masculina da Seleção Nacional Portuguesa de Futebol, em que participou em diversos torneios, rondas de apuramento e no Campeonato da Europa Sub.17 - Israel 2017. O objetivo primordial foi o de desenvolver as funções de treinador profissional de guarda-redes, operacionalizando todo o processo de planeamento e de intervenção nas sessões de treino, em cooperação com a restante estrutura técnica e departamentos envolvidos. Também, o relatório de estágio apresenta um trabalho técnico-científico que abordou a caracterização do processo ofensivo iniciado pelo guarda-redes de Futebol, permitindo, subsequentemente, que o guarda-redes consiga desenvolver um melhor conhecimento da forma de jogar, assemelhando-se à Identidade de jogo nacional. Assim, na presente investigação analisaram-se 418 ações do início do processo ofensivo por parte do guarda-redes, no decorrer de 17 jogos. Os dados codificados foram submetidos a uma análise descritiva e sequencial através do programa SDIS-GSEQ, para verificar a probabilidade de existência de relações de associação significativas entre as diferentes categorias do instrumento de observação. Ao longo do relatório descreveram-se reflexões críticas do processo de estágio que permitirá uma melhor organização funcional, na área técnica dos guarda-redes nacionais. Em suma, os objetivos gerais e específicos delineados no presente relatório de estágio foram superados, nomeadamente pela envolvência e interação nos momentos de treino da equipa enquanto treinador de Guarda-redes. Também, os resultados da investigação sugerem ser importante a existência de dinâmicas entre os guarda-redes e os restantes elementos da equipa, de forma a existir sucesso nesse momento do jogo. PALAVRAS-CHAVE: Futebol; Estágio; Treino; Jogo; Processo Ofensivo; Guarda-redes